terça-feira, 30 de novembro de 2010

HOMENAGEM A IYALORIXÁ ANA DE OGUN

CANDOMBLÉ NO BRASIL

Um pouco da historia do Canbomble no Brasil, suas casas e tradições

Esta é uma lista de Terreiros e Sacerdotes do Candomblé que tiveram relevância dentro da religião em todo o Brasil, em países vizinhos e em outros continentes. O objetivo é reunir a História do Candomblé em uma única lista. Sendo que, só terão artigos próprios os terreiros e sacerdotes que fizeram a história da religião.

T.=Tombamento e ano.


Bahia

Candomblé da Barroquinha
•Iyá ADetá, Iyá Kalá, Iyá Nassô e Babá Assiká (fundadores)
Casa Branca do Engenho Velho T.1986
Nome - período que exerceu o cargo

•Iyá Nassô
•Marcelina da Silva - Oba Tossi - -1849
•Maria Julia Figueiredo - Omonikê - 1849 -
•Ursulina de Figueiredo - Mãe Sussu
•Maximiana Maria da Conceição - Tia Massi ? - 1962
•Maria Deolinda dos Santos - Mãe Oké -
•Marieta Vitória Cardoso - Oxum Niké -
•Altamira Cecília dos Santos - Mãe Tata -
Linhagem de Pai Rufino
•Francisco Rufino das Virgens - Unjibemin
•Hilário Remídio das Virgens - Ojuobá
•Mário Barcelos - Rio de Janeiro
•Miriã (mãe Locy) de oxum apará - Ilê Omi Laxé situado na Travessa Aratú Paripe Cocisa Salvador
•Genesio Filho (lemboasambe) filho de oxalá - salvador
•Mãe Vanju - de Oxum Opará - Salvador
•Banda Silê - Rio de Janeiro - (Candomblé e Umbanda)
•Léa do Obaluaie - tomou obrigação com mãe Antonieta - Mesquita - Rio de Janeiro
•William de Exu - Elegbarajò - filho de Odeoluazan, foi iniciado em 1983 - sua roça situa-se em Mesquita - Rio de Janeiro
•Lídio Jorge Mascarenha - Ile Axe Omin Guian - Pai Bui de Oxala. Itaparica BA.
•Ya Matamba - Roça Ocim Matam Ayrá & D'Ogum Sorokê - Rio de Janeiro - RJ.
•Rosália de Ogun - Taitanguê Roça em Bangu RJ
•Rosinha de Oxum - Oxumguemin Roça em Realengo
•Pai Mirinho de Oxum
•Yá Nilza de Oxum (Oxum Delê) - Roça em Praia de Mauá - Magé RJ - Ilê Axé Tomindidun
•Babalorixa Jorge Criolo de Nãnã iniciado por Pai Mirinho de Oxum , seu axé situa-se em jacarepagua RJ
•Mario Cesar Barcelos Kitalamyn
•Axé Xangô de Ouros Seus descendentes de Pai Rufino - Unjibemin até hoje. Tia Catarina Anjuirá ,Marlene Felippe Eróminté Matriarca da família com casa aberta em CG Rio de Janeirro ,Janaina Felippe Keàwlademín , Marcelo Poubel Togunan , Daniel Felippe Ygibioran, Josmar Felippe Issabi , Ricardo Roxi Da Lê,Carina Oyá Oruminan, Sonia Ya Omilê , Cleyton Odé Kewàmin entre outros.
•Valdomiro Bispo de Paris- o ajaguná
Linhagem de Bangboshê Obitikô
•Rodolfo Martins de Andrade - Bangboshê Obitikô
•Maria Julia Andrade Sowzer - Sàngó Biyí
•Felisberto Sowzer - Oguntósi - Benzinho
•Ilê Axé Lajuomim fundado em 1941
•Caetana Sowzer - Lajuomin
•Tertuliana Sowzer - Tìbusé
•Haydée dos Santos de Xangô Iyálorixá do Lajuomim. Salvador - Bahia.
•Terreiro Pilão de Prata T.2004
•Air José de Sousa - Bísilôlá
•Edvaldo Alves- Pai Didi de Omolú- São Cristóvão
•Vera de Balé- Axé Oyá Minilê-Itapuã
•Hilária Batista de Almeida - Tia Ciata
•Damásia Sowzer
•Taurino Sowzer
•Crispim Sowzer
•Regina Topázio Sowzer- Yá omi lolá
•Irenea Sowzer
•Tiaozinho de Irajá
•Babalorixá Junior d'Omolú
•Wanderley do Carmo-
•Anderson Soares Conceição- Anderson de Ibarú
Terreiro do Gantois T.2002
•Maria Júlia da Conceição Nazaré -1849-1910
•Pulchéria Maria da Conceição - -
•Maria da Glória Nazareth - 1918-1920
•Jacinto da Conceição
•Mãe Menininha do Gantois - 1922-1986
◦Arcanja de Xangô - -
◦Roque da Porreta - Rio de Janeiro
◦Rita Montenegro - Mãe Rita TY Ogun - Ilê Asé Ondô Nire
◦Paulo Cesar Cadena da Silva - Paulo d' Ogun Tanà (Ilè Axé Ogun Tanà) Campo Grande/Rio de Janeiro
◦Marcos Antonio da Rocha Santos - Marcos d' Oxum Karè (Ilè Axé Atáwajá) Eden/Rio de Janeiro
◦Valdemiro da Costa Pinto - Pai Baiano d' Sango / Caxias/ RJ
■Luiz Roberto Drumond Tinoco - Luiz d' Airá (Ilè Axé Casa Grande) 2ºDistrito Cabo Frio/Rio de janeiro
■Alan Roberto Lopes
◦Mãe Juju D’Oxum - Ile Maroketu Axe Oxun - São Paulo
◦Edelzuita de Oxoguian - Ilé Obá N´ilá - RJ
•Mãe Cleusa Millet - 1998
•Mãe Carmem - 2002 Atual Iyalorixa



•Iyalorisa Gizele d'Osun - Ase Ileke Osun - Km34 (Antiga Rio-São Paulo) Nova Iguaçú - RJ
•Ilê Axé Ibá Ogum T.2007 Vale da Muriçoca - Salvador
•Pai Luís da Muriçoca
•Babá Theo D'oxum (1942-2003) (Fundador Mosela-Petrópolis-RJ)
•Babá Lúcio D'ogum (Atual Zelador Mosela-Petrópolis-RJ)
•Mogba Klaudio de Osala - Axe Opo Ajagunna - Santos - São Paulo
•Pai Luizinho d'Osun -Axé Omim Loyó - Suzano - São Paulo
Terreiro Opo Afonjá - T.1999
•Eugênia Anna Santos, Mãe Aninha - Oba Biyi - 1910-1938 - Fundadora do Axé Opo Afonjá de São Gonçalo - BA e Coelho da Rocha - RJ.
•Mãe Bada de Oxalá - 1939-1941 - Segunda Iyalorixá do Axé Opo Afonjá de São Gonçalo - BA.
•Maria Bibiana do Espírito Santo, Osun Muiwá - Mãe Senhora - 1942-1967 - Terceira Iyalorixá do Axé Opo Afonjá de São Gonçalo - BA. Iniciada pelas mãos de Oba Biyi - Mãe Aninha.
•Mãe Ondina de Oxalá - Iwin Tonan - 1969-1975 - Quarta Iyalorixá e primeira Iyakekere do Axé Opo Afonjá de São Gonçalo - BA. Iniciada pelas mãos de Oba Biyi - Mãe Aninha.
•Mãe Stella de Oxóssi, Odé Kayodé - 1976. Quinta Iyalorixá do Axé Opo Afonjá de São Gonçalo - BA. Iniciada no candomblé por Senhora de Oxum.
•Mãe Agripina de Aganju, Primeira Iyalorixá do Axé Opo Afonjá de Coelho da Rocha - Rio de Janeiro. Filha de Mãe Aninha.
•Cantulina Garcia Pacheco, Segunda Iyalorixá do Axé Opo Afonja de Coelho da Rocha - Rio de Janeiro. Filha de Mãe Aninha.
•Agenor Miranda, Rio de Janeiro.
•Moacir de Ogum Oguntósi , Ilê Axé Ogum Alakaye - Tubarão - Paripe - Salvador - BA. Filho de Mãe Senhora.
•Balbino de Xangô, Ilê Axé Opô Aganjú,Babalorixá. Filho de Mãe Senhora.
•Mãe Fátima de Ogum
•Áurea Calmon de Azeredo (Mãe Aurinha - Oxum Niké, YáTabexé do Opô Afonjá- Sa/Ba
•Babalorisa Marivaldo de Osum, Ilê Axé Opô Ya Nifã, Raiz do Axé Opo Afonjá
•Iya Palmira de Oya, Ilé Omo Oya Legi - Mesquita - RJ.
•Geraldo de Yemoja, Ilé Iya Ogun Opo Aira - Pedra de Guaratiba - RJ.
•Ialorixá Iji Daré, Ilé Axe Baba Funjo - Ialorixá Ogbeni.
•Babalorixá Iji Jimi - Joaquim Motta Mesquita, Ilé Axe Fí Oro Sakpata - Mesquita - RJ.
•Iyalorixá Iya Consuelo, Ile Axe osum ige oju omim - Pavuna - RJ. Filha de Flaviano - Salvador - BA
Pai de Santo Aritana de Oxóssi

Ojalarê - Joao Bautista Ferreira - Sao Paulo filho de Pai Gerson d' Oxum Salvador Bahia,

•EVANILTO D'OSALA,ILE AXE BABA FUNJO- Vila Emil - Mesquita - RJ


Jeje na Bahia
Terreiro do Bogum
Salvador

•Mário Pacheco do Nascimento (fundador)
•Gaiaku Ludovina Pessoa (fundadora)
•Doné Romana de Possú - -1925
•Gayakú Emiliana Pidade dos Reis -
•Doné Runhó - Valentina Maria dos Anjos Costa - 1925-1975
•Doné Nicinha, Gamo Lokossi - Evangelista dos Anjos Costa - 1978-1994
•Gayakú Margarida de Iyemojá (São Mateus/SJM/Rio de Janeiro )
•Yatemi Socorro de Iyemojá (Inoã/Niterói/Rio de Janeiro )
•Nadojí Índia - Zaildes Iracema de Mello
Kwé Seja Hundé

Cachoeira de São Felix

•Manoel Ventura d'Possú Fundador
•Gaiaku Ludovina Pessoa
•Gaiaku Ogorinsi Misimi
•Gaiaku Abali
•Gaiaku Pararasi
•Gaiaku Aguesi (Elisa Gonçalves, dona da terra)
•Gaiaku Gamo Lokosi
Terreiro Corcundas de Ayá "Axé Kpó Egí"
Cachoeira de São Felix

•Gaiaku Satu
•Mãe Tança de Nanã (Jaôssi)
•Cassiano Manuel Lima - Caixa d'Água
•Hilda Jitolu Ilê Axé Jitolu, Curuzu, Liberdade.
•Maria de Lourdes Buana
•[[Edna de Oxumare]- osasco/ SP
•Pai Antonio de Oxumare -
•Mãe Cotinha de Yewá - - -1947
◦Pai Bobó de Yansã - São Paulo
◦Mãe Theodora de Yemoja - Rio de Janeiro
◦Pai João de Yansã - Rio de Janeiro
◦Pai Paulo de Yansã - Rio de Janeiro
◦Pai Miltão De Oxossi - Rio de Janeiro
◦Pai Kil de Oxossi - Rio de Janeiro
◦Pai Oya Quendala - Rio de Janeiro
•Mãe Francelina de Ogun - 1947-1954
•Mãe Simplícia de Ogun - 1954-1967
◦Mãe Ana de Ogum - São Paulo
◦Pai Pérsio de Xangô - São Paulo
•Mãe Nilzete de Iemanjá - 1974-1990
◦Pai Kabila - São Paulo
◦Mãe Lurdinha D'Oxum - Osasco/SP
◦Pai Luiz carlos de logunede Cotia - São Paulo
•Pai Pece de Oxumare - 1990
◦Pai Kaobakessy - São Paulo
◦Pai Cássio d' Logun Edé e Oyá - Curitiba / PR
◦Pai Dario D'Logun'Edé - Praia Grande/SP
◦Pai Jorge ti Logun Èdé - Vitória da Conquista/Ba
◦Pai João D' Logun edé - Praia Grande / SP
◦Mâe Denise de D'Oyá - Fragoso-Magé/RJ
•Pai João ti Osãe - Rio de Janeiro
•Pai Onorinho ti Ayra - São Bernardo do Campo
•Mãe Senza - Curitiba
•Mãe Matamborocy - São Paulo
•Pai Paulinho ti Ayra - Curitiba
•Mãe Carol ti Osun - Peruibe / SP
•Pai Ricardo de laalu-São Paulo/sp
•Pai Alex de Òsányín-Cabo Frio-RJ
Kwé Jidan Vodun Jo

Ilhéus

•Mejito Dan - Maria de Fatima S. Oliveira (fundadora) 2000
Nação Alaketu - Bahia e São Paulo
•Manoel Rodrigues Soares Filho, Neive Branca - Terreiro Neive Branca.
•Olegário de Oxum.
•Miguel Arcanjo Piva, Deuandá.
•Pascoal Gonçalves de Oliveira,Tata Mudiasis. Primeiro Ogam de faca comfirmado por Deuanda, Pero Vaz - Salvador Bahia]].
•Mãe Alaide Pereira dos santos Elukeran. Terreiro Ile Axe Ominajexa,Itapoã.
•Mãe Beata da Boca do Rio Shaluga.Ile Ase Alakey Logunde koisan.
•Pai Antonio de Obaluaye Lokanfu.(Toluaye), (Osalete Yfakule) Ile Ase Ijino Ilu Orossi. Cidade Nova (Salvador).
•Mãe Alda de Yemanja Ile Ase Yatojo. Itapoã.
•Pai Dary de Obaluaye Jinberewa. Ile Ase Torunde. Paripe.
•Pai Olavo de Ogun Obirie. Terreiro Ogunja, Kasange, Rotula do Aeroporto Mapeamento dos Terreiros de Candomblé de Salvador
•Ebami Elza de Oxum- Ferraz de Vasconcelos - São Paulo.
•Pai Marcos de Osaguian- Engenheiro Goulart - São Paulo.
•Pai Carlinhos de Ogum Megesy - Vila Prudente - São Paulo.
•Pai del de oxum opará - orumalé - Ilê igbá axé possum aziri - filho de deuandá - fortaleza-ce
•Asepo Eran Ope Oluwa-Terreiro Viva Deus.Axé Zé do Vapor. Terra Vermelha
◦Manoel Rodrigues Soares Filho, Neive Branca - Terreiro Neive Branca - Salvador.
■Juvêncio de Iemanjá - Salvador / Rio de Janeiro
•Pai Fábio de oya - Yle Ase Oya Onira. Itain Paulista - São Paulo - Brasil.
•Pai Cláudio de Oxaguian - Yle Ase Omo Alá Osé - Pirituba - São Paulo - Brasil.
•TIMBAÚBA-PERNAMBUCO* ylê axé alaketu Ossoguiãn babá: Irakitan Correia Lima TIMBAÚBA-PE (axé Ilha Amarela
Axé Ibece Alaketu Ogum Medjédjé
•Pai Nézinho de Muritiba
•Mãe Rosinha de Xangô
•Mãe Bida de Iemanjá
•Mãe Cacho
•Mãe Juju D’Oxum
•Mãe Neinha de Nanã
•Pai Braz de LogunEde
•Mãe Sonia de Oxum
•Mãe Nilzete de Iemanjá
•Tata Pérsio de Xangô
•Pai Vicente Moreira Odèsylé
•Pai Robinho de Osagiyan
Terreiro do Alaketu,T.2005
•Otampê Ojá Arô e Babá Alaji
•Odé Akobi
•Babá Aboré
•Dionísia Francisca Régis
•Olga de Alaketu - - 2005
•Mãe Beata de Iemanjá Rio de Janeiro
•Babá Marcio de Ogum - - 2005
•Bira da Oxum - - 1987
•Babá Marcelo de Oxossi - Ilê Asè Ibossu Alaketu Odè Tobi Obé - São Bernardo do Campo - SP
•Pai Luiz Do Omolu - Axé Sãpônnã/ Axé Cosmos - Zona Oeste do Rio de Janeiro;
ASÉ COSMOS ALAKETU
•CIL DE ORUNMILÁ
•YALORIXÁ MARIA D`ODÉ, conhecida pelos iniciados do Axé Sãpónnã como a Yagbé Mãe Cota de Odé;
•YALORIXÁ MARCIA DE D`OYÁ
•BABAKEKERE RODRIGO D´LOGUM
•AXOGUN OJUBARÁ

Efon na Bahia

Terreiro do Oloroke
•Tio Firmo (Osun Tadê)
•Maria Bernarda da Paixão- Mãe Maria Violão (Adebolui)
•Matilde de Jagun (Baba Oluwa) -1977
•Maria Ingrácia dos Prazeres - Iya Cota ti Lunfan. (Ojufarigbi)
•Diego ti Osun
•Cristóvão do Pantanal (Ogun Anauegi)
•Alvinho de Omolu
•ELIETE TÍ ÌEMOJÁ- www.elietedeiemanja.com.br/portal
•Celina de Iemonjá (esposa de Cristóvão)
•Maria de Xangô (Axé Pantanal)
•Pai Francisco de Yemonja
•Pai Alexandre de Oxumare (axé em São João de Meriti)
•Crispina de Ogun
•Mãe Milu
•Paulo de Xangô (filho de Mãe Milu)
•Mãe Marina de Xangô, filha de Jovino e neta de Alvinho
•Mãe Ilza de Oxála
•Mãe Maria de Fátima de Oxaguiã
•Pai Diniz de Oxum
•Angela Praxedes
•Ilê Ogunjá
•Procópio d'Ogum
•Nilza de Osóssi, Itaboraí- Rj, Filha de Francisco de Yemonjá
•Luiz Alberto de Souza - Luizinho D´Oxum, Taguatinga Sul DF ,filho de Cristóvão do pantanal
Terreiros de Nação Angola/Congo
•Terreiro Estrela do Oriente - Guaíba, Rio Grande do Sul
•Terreiro Tumbensi - Salvador
•Roberto Barros Reis e Maria Nenem
•Angolão Paketan
•Mariquinha Lembá
•Terreiro Tumba Junçara
•Manoel Ciriáco de Jesus e Manoel Rodrigues do Nascimento
•Dona Maçu - Marcelina Plácida filha de santo de Maria Nenem
•Unzó Kuna Nkici Tumbensi Malawla de Tata Passinho - Bairro das Águas Claras, Salvador (Ba)
•Unzó Matamba Tombenci Neto - Ilhéus
•terreiro tumbansi filho,monte mor sp. tata kiamuloji
•katuvanjesi
•lembamxi
•Mãe Xagui
Terreiro Bate Folha - T.2003
•Manoel Bernardino da Paixão
•Samba Diamongo
•Maria Calabetão
•Severiano Manoel de Abreu - Jubiabá
•Terreiro da Goméia
•Joãozinho da Goméia
•Kilondirá
•Mãe Ode Ceci
•Ermelice dos Santos
•TATA OROMIN DEUÁ Brasilia df
•Tata Agisandê(GLEISON D´OBALUAYÊ, CEILÂNDIA- DF
•Tateto Filaroumin de Dandalunda - Casa de Mameto Roxibanu de inkose
Terreiro de Jauá - T.2006
•Tata Laércio de Lemba
Terreiro Estrela do Oriente
•Nengua Samba Diá Maza (Arlete Rios de Oliveira) de Kukueto
•Tata Kamukengue Mesu Diá Nganga (André Luis Oliveira da Silva) de Lemba
Terreiro do Portão - T.2004
•Mãe Mirinha do Portão
•Mãe Valdete dos Santos
•Maria Lúcia Santana Neves
Terreiro Mokambo - T.2006
•Onzo Nguzo za Nkisi Dandalunda ye Tempo
•Anselmo Santos - Tata Anselmo (MINATOJY)
•Miguel Arcanjo de Souza
•Pai Manuel Rufino do Beiru - Rufino do Beiru
•Raiz Manadeuí - Nanã de Aracaju
•Erudina Nobre Santos
•Nzo Kavunguoxi
•Tata Carlos Kavungu
•Giselle Cossard Omindarewa Ile Axé Atara Magba
•Mãe Dango de Hongolo
•Mametu Oya Corajacy - Mãe Corajacy - Campinas
Terreiros da Nação Ijexá
•Eduardo de Ijexá
•Severiano Santana Porto
Candomblé de Paripe
•Terreiro de XANGÔ AYRÁ- Ilê Asé Obá Kosú Ifá
* Iyá Nalva ou Obá Kosú

Ceará

•Ilê Igbá Axé Possum Aziri
•Pai shell ti abaluaye, sucessor de pai Del (ile igba)
•Ilê Asé Osanyin Yansan
•Ilê Asé Fioro Sakapata, Rj
•Ilê Axé Ogboju Fire Imo Ogun Oia
•Ilê Axé Fioro Sakapata
•Ile Orisa Omode Alafu -Ajideiy osogian
•Pai Ogun Jobi
•Pai Eusebio "Osanyinide"
•Pai joaquim de Omolu "Ijijimin"
•Pai Roberto de Osayn
•Ilê Asé Ojú Oya
•Ile Asé Bàbà Funjó, Rj

Espírito Santo

•Mutaloiá - Sérgio Silveira - Tatetú N'Inkisi Lambanranguange. Serra - Espírito Santo
Goiás
•Ile Iba Ibomin
•João Abuck de oxossi (2007) (in memorian)- Goiânia
•Babalorisa Marcos T´Ògún, Goiania-Brasil.
•Ile Ase Onilewá
•Yalorisa Teresa T'Omolu - Goiânia
•Ile Ase Eromin
•Babalorisa Enio T'Osun - Aparecida de Goiania
•Babálorisá Marcos de Oxum Ilè Asé Iyá Omim Lèmím asé Alaketú, Santo antônio Descoberto GO, Filho de Yara de Osun (Ilè Ifé Ymoé d'osun), neto de Bábá Edvaldo de xangô e bisneto de Mãe Baiana do asé Osumarè salvador Ba


Brasília


pedrinho de oxossi-filho de fomotinho de oyá

•PAI JORGE DE OXOSSI (SEJY MYFÁOJY, CORTE DA PLANTA MYLLEJY, 1° CASA DE TRADIÇÃO JEJE MAHIM DO ASÉ SEJHA HUNDE, FILHO DE ZÉZINHO DA BOA VIAGEM NAITE NAITOBOSY, NETO DE ANTONIUO PINTO TATA FUMUTINHO, BISNETO DE GAYAKU LUDUVINA PESSOA E ANGORRENSSY KISIMBY MYSSYMBE FUNDADORES DO JEJE NO BRASIL.
•Pai Jorge d'Òsun Àpará Ile Axee Oxalufan Brasília - DF, na Nação Ketu, de origem Yorubá.
•Pai Antônio de'Oxossi (Ilê Axé Ofa De prata) Brasília -DF, Filho de Pai Air José-Pilão de Prata.
•Babalorixá Valterlino de Lógun Ède(Ilê Axé Ti Lógun Ède Olóxum )Brasília DF ,filho de Luizinho d`Oxum ,neto de Cristóvão do pantanal,Ikiti-Efon.
•BABÁ MILTON ti OIYÁ - Ile Alaketu Egbé Omoin Asé Oiyá - Asé Oiyá Funiniká (ASSOIYA) - Asé Alaketu - Samambaia/Rural - DF. Filho de Renato ti Logunedé (Uberaba) Asé Alaketu - Iniciado em 87 por Mario ti Besen (Djeji Nago Vodunci).
•Babálorisá Elber de Obaluaiyè ( Ilè Asé Òrisá Ijenàn)Brasília - DF, Nação Alakètú, Yorubá

Maceio


Pai Tony da Oyá Balé é bastante conhecido por todos nós,devido aos seus serviços prestados à sociedade alagoana com as suas CARTAS DO TARô.Profundo conhecedor da Religião-Afro,carrega o título de SACERDOTE de YFÁ,pelo vasto conhecimento no JOGO de BÚZIOS,seus ODÚNS e todos os outros fundamentos que lhe foi entregue ao longo dos anos.Não tem sua ROÇA aberta,mas atende à todos que o procuram para um devido aconselhamento espiritual.Dotado de grande vidência e responsabilidade naquilo que diz e faz.Raspado por Alfredo BERIOMAN,traz em seu axé a linhagem de MANADEWI ( Mãe NANÃ de ARACAJU ).Por muitos,considerado o segundo JOÃOZINHO DA GOLMÉIA.Nosso respeito à este jovem.Que tão desde cedo,já carrega uma vasta responsabilidade.Na religião, trás a Djinna seguinte: Oyábaléniifá.

•Pai Tony de Oyá
•Ilê axé Legionirê
•Pai Manuel de Xoroquê
•Ilê Asé Nirelegi e Yajanarê - Maceió, Levada
Pai Beto e Mãe Ariane, Asé Legionirê

•Ilê Axé Iyá Ogun-té ou Casa de Iemanja.
•Pai Célio de Iemanjá
•Centro Afro Oxum Minaguaci - Maceió, Levada
•Mãe Vanda
•Ilê Asé Yagaru- Maceió,Trapiche
Maranhão
•Casa das Minas T.2002 - São Luís, Maranhão
•Mãe Andresa - 1914 -1954
•Casa de Nagô - São Luís, Maranhão
•Casa Fanti Ashanti - São Luís, Maranhão
•Pai Euclides Menezes Ferreira
•Ilê Axé Ketu Orixá Oxumarê - São José de Ribamar (Maranhão) São José de Ribamar,

Maranhão


•Babalorixá Abraham de Bessem
Minas Gerais
•Àsè Kyeowjì - Aldeia Estrela Maior - Abassa Caboclo Indaiassu - Córrego do Bom Jesus
◦Pai Waldo de Oxossi - Ase Maroketu



Pará


•Ilè Asè Nagò Igboalama e Osun
•Pai Welbe - Rua Paulo Maranhão - Ananindeua - Pará - Brasil
•Doté Zaca-oxossi - Gege filho de Djalma de Lalu e Mirteia d'ogum-Rio.
•Pai Paulinho de Ogum de Mina-Nagô Terreiro São Jorge (Casa aberta a mais de 33 anos).
avenida Arthur Bernardes, Passagem Mioramar 483.

•Tóia Jarina
•Constantino Chapéu de Couro.
Paraná
•Ilê Asè Osun Yaboto Mileuwá - Pai Diniz de Oxum - Babalorixá - Asè Ogunjá - KETU
•Ilê Àsé Igba Onin Odé Akuera] - Pai Francisco - Odé Otaioci - Casa Jeje/Nagô Raimunda de Ogun(Pé de pincel),
•Ilê Maroketu Asé Logun Edé - Marcos de Logun Edé - Fazenda rio grande
•Terreiro Ile Fanjo Onibon Ase Onibon Oron
•Pai Israel - Vila maria Antonieta - Pinhais - Paraná- Brasil
•Ilê asé odé Inlê - Curitiba
•Yalaorisá Izolina de Oxóssi - Yalaorisá do Ilê Asé Odé Inlê.
•Babalorisá Jordão de Ogum - Babalasé do Ilê Asé Odé Inlê.
•Yalasé Agda de Oyá --Yalasé do Ilê Asé Odé Inlê.
•Yle alaketu ase opo aira - Associação - Curitiba/Paraná/Brasil -
•Pai Wagner Veber "Jagunkemi".
•Mãe Omin Yle Axé Opo Omim Londrina Paraná
•Mãe Ayrá - Ilè Asé Obá Ayrá Alaketú - Londrina
•Ilê Asè Igbà Afauma- Dotè Kafú Milodé - Boqueirão/Curitiba/Paraná
•Pejigan Robson T'Odè.
•Mãe Rose de Yemonjá - Ile Ashé Igba Onim Yemonjá Yá Ogunté - Filha de
•Marli Vieira Joinville "In Memmorian" e José Francisco Pereira -
•Odé Otaioci " In Memmorian" São José dos PInhais- Paraná. Iniciada em 28 de novembro de 1983.

Rio Grande do Sul


Candomblé de Angola
•Nengua Samba Diá Maza (Arlete Rios de Oliveira) - Terreiro Estrela do Oriente - Guaíba
Candomblé Ketu
•Babalorixá Paulinho do Ogum Xoroquê - Asè OGUNJÁ AGADÁ - Porto Alegre-Rs
Pernambuco
•Sitio de Pai Adão T.1985 - Nagô-Egbá - Recife
◦Inês Joaquina da Costa (Ifá Tinuké) (1875-1905)
◦Pai Adão
◦Manuel Papai e Maria do Bonfim
◦[roça oxum opará e oxossi iboalamo[raminho de oxossi]jeje/egbá
◦ilê axé obá omim sesú jeje/egbá comandado pela sacerdotisa lau de iemonjá e ceça de obá
(obajanacilê)ambas filhas de raminho de oxossi e luzia de xangô aganjú.olinda

•Terreiro Portão do Gelo - Xambá - Olinda
◦Artur Rosendo
◦Maria Oyá
■José Francelino do Paraíso
◦Mãe Biu
◦Mãe Tila
◦Ivo do Xambá
•Ilê Axé Oyá Egunitá - Nagô - Olinda Pernambuco
◦Joana Maria Vieira da Silva (Mãe jane de Egunitá)
◦Ilê Axé Oxalá Talabi - Nagô - Paulista Pernambuco
◦Maria da Solidade de Souza França (Mãe Dada TalabiDeiyn)
•Ilê Alasè Kêtu Kiambá Ojú Oyá - Nação Kêtu - Caruaru
◦Babá Kiambá de Logun-edé - (fundado em 2004)
◦Babá Ojú Oyá - (Júnior de Oyá)
◦Folha do Ilê Axé Oxumarê - Salvador
◦Ilè Àse Òsàlùfón - Nação Ketu - Prazeres - Jaboatão dos Guararapes - Pernambuco´
Bàbá Jorge Viegas d'Òsun Àpará, filho de Mãe Helenitha d'Òsun (Cota d'Òsun), com casa aberta em Nova Iguaçu - Rio de Janeiro. Neto de Pai Walter de Oyá, bisneto de Pai Rufino de Beiru. pai fabio de logunedé yle asé yta ofalomin

•ylê axé alaketu Ossoguiãn babá Irakitan Correia Lima de Ossoguiãn -TIMBAÚBA-PE (Axé Ilha Amarela)
Piauí
•Ile Ase Oloomi Wura
Fundado em 2005, pelo Sacerdote Luandesy ti Osun, filho de Udemim Ti Osun, Ase Ominide Brasilia - DF, neto de Rui D'Osaguian. Tendo como tronco inicial o Ase Kpodaba, fundado em 1851, sendo a primeira casa de Jeje do Rio de janeiro.



Rio de Janeiro

Ketu no Rio

descendentes do Axé Iya Naso (casa Branca)

Juliana da Silva Barauna - Iya Tété de Yansan Filha de santo de Maximiniana da Conceição Tia Massi

Marcos Antonio Penna - Marcos Penna D'Obaluaiye filho de santo de Mãe Tété.

Areonites da Conceição Chagas - Iya Nitinha da Oxum Filha de Santo de Maximiniana da Conceição Tia Massi

Iya Lourdes de Oya, conhecida nacionalmente como "Lurdinha de Inhansan", filha de Iya Teté de Yansan.




•Axé Sãpônnã/ Axé Cosmos; Pai Luiz do Omolu;Babalorixá, Bacharel em Direito, membro da frente parlamentar da igualdade racial da camar federal e fundador, foi iniciado em 1967 pelo então babolorixá Orlando de Nanã ( In memoria desde Agosto de 1974) em Rocha Miranda, tendo como sua Jibonã a Yalorixá Mãe Neir de Airá (In memória desde 1970)com sua roça em Santa Cruz, zona oeste do Rio de Janeiro, tendo pego sua cuía em Junho de 1974. Em Setembro de 1979 por motivos de sáude fundou seu axé com ajuda da então irmã Dalva de Oxum (monalesi) do Parque Anchieta e mais tarde tendo sido orientado por Oliveira de Ogum Xoroquê ( Filho do então saudoso Carimbé); Pagou sua obrigação de 25 anos com a ajuda da Yakékéré Matilde de Oxum e o Ogã Jorge de Ogumjá (Jarinã) no ano de1989.Rio de Janeiro;
Opo Afonja Salvador BA

•Mãe Agripina de Aganju, Oba Deyi (filha de Oba Biyi)- Iyalorixá do Opo Afonjá de Coelho da Rocha, fundado por Eugênia Anna dos Santos (Oba Biyi). Iniciada em 1910 no Ile Axé Opo Afonjá de Salvador por Eugênia Anna dos Santos. Foi a primeira Iyawo da roça de São Gonçalo.
•Yalorixá Aurennice T'Oyá (Oyassylegan) Duque de Caxias.
•Cantulina Garcia Pacheco Ayra Tola (filha de Oba Biyi)- Sucessora de Mãe Agripina no Axé Opo Afonjá de Coelho da Rocha. Mãe Cantu foi iniciada no candomblé por Iya Oba Biyi, em Salvador - Bahia. Tinha o cargo de Iya Egbé na roça de São Gonçalo, vindo, posteriormente, a assumir o cargo de Iyalorixá do Axé Opo Afonjá de Coelho da Rocha, em substituição à sua irmã Agripina de Souza.
•Ondina Valeria Pimentel Wintonan a quarta yalorixa do Opo Afonjá de Salvador, com terreiro no Bairro de Edem - Rio de Janeiro ( filha de Oba biyi)
•Yá Leila de Logun Ede (iniciada por Mãe Ondina Iwin Tonan de Salvador) Iya Dagan do Ile Ase Oju Oba Ogodo -Bira de Sango.
Descendentes do Ilê Axé Opô Afonjá no RJ
•Regina Lúcia Fortes filha de Cantulina Garcia Pacheco e sua sucessora no trono do Axé Opo Afonjá de Coelho da Rocha RJ
Desde 1989 até os dias atuais.

*Ilê Asé Opô Afonjá Itaúna
São Gonçalo,RJ- Reinaldo de Carvalho (Airá Deiuè - filho de Oba Deyi, primeiro Ayra iniciado no Asé Opo Afonja do Rio de Janeiro).Deixou um grande legado para preservação e multiplicação da cultura afro e firmamento do nome do Asé Opo Afonja.

*Ilê Asé Sango Deyi
Pai Nilson - Ossãe Deyí

*Ile Omo Oya Legi - Mesquita RJ
Iya Palmira de Oya (Oyáijikuta - Filha de Airá Deiuè) Grande Iyalorisá! Extremamente empenhada em manter, aprimorar e consolidar as tradições e direitos de nossa cultura e religiosidade.

*Ilê Asé Iji Toju Efun
São Gonçalo - RJ O Ilê Asè Iji Toju Efun é uma ramificação do Asé Opo Afonja,fundado em 1974 por Pai Luiz (Iji Atojuare), tendo como padrinho o Oluwo, Pai Agenor Miranda.

•Pai Luiz de Omolú (Luiz Carlos Covas - IjiAtojuare) (Filho de Ayra Deiue)- 1973-2004
•Mãe Vera de Omolú (Vera Lúcia Torres Cóvas - Iji Dewí) (Iyalorisá - iniciada por Pai Nilson, Ossãe Deyi e recebeu Odu Eje das mãos de Mãe Palmira, Oyá Ijikutá
•Mãe Flávia de Osun (Flávia Torres Cóvas - Osun Ojulare) - Herdeira do Ilê Asé Iji Toju Efun,assumiu seu posto em 17/12/2005, após falecimento de Pai Luiz de Omolú.É filha de Oyá Ijikuta.
*Ile Iya Ogun Opo Aira
Pedra de Guaratiba RJ - Baba Geraldo de Yemoja (Filho de Oya Ijikuta)

Ile Asé Aganju Isolá
Itaipu - Niterói - RJ - Babalorisá Maurício Obá Guerê - Filho de Joaquim Motta Ijí Jimí - ==Ase Fí Oro Sakpata== Neto de Agripina de Souza Obá Deyí*Ase Fiorô Sakpatà - Localização Presidente Juscelino - Fundador: Joaquim Mota de Omolu (Ijijimin)- filho de Mãe Agripina - Oba Deyi e neto de Mãe Aninha (Oba Biyi). Terminou suas obrigações com Mãezinha, Iwin Tonan.

*Ase Ogboju firé Imó Ogun oyá
Ogunjobi - Filho de Joaquim Mota (Ijijimim). Descendente do Axé Fiorô Sakpatà e, consecutivamente, do Axé Opô Afonjá de Coelho da Rocha.




•Ile asé Omótybyodé - Babalorixá Paulo Ramiro T'Oxoguian (Duque de Caxias)
•Ilê ase Odé Oba Omim - Jorge Caribé (Jáwanilé)
•Bablorixá Ogunjobí, Iniciado por Joaquim Motta d'Omolú.
◦Ile ase baba funjo- Evanilto d'osaala - filho de Ogun Jobi - neto de Joaquim mota(ijijimin)raiz opo afonja.
•Ilê Ase Osanyin Yansan - Osanyinide (Filho de Ogunjobi) - Ceará.
•Casa-Grande de Mesquita - Baixada Fluminense
◦Yalorixá Ubiraci Clemente - Iyá Obá de Baru, foi iniciada por Sansu Ranzu, por motivos particulares, foi a Salvador tomar suas obrigações com o Babalorixá Obarain, e começou a seguir a raiz do asé Opô Aganjú.
•Iyalorixá Beth de Oya, Ile Axe Oya Ife - Monjolos - São Gonçalo - RJ. Filha de Jurema d'Omolu (raiz Axe Opo Afonja) - Vila da Penha - RJ
•Ilê Asè Íyà Atará Magbá - Santa Cruz da Serra
Íyà Omindarewa de Yemanjá (Omindarewá foi iniciada por Joãozinho da Goméia, e após a morte dele, tirou a mão com Balbino de Xangô, e hoje segue a raiz do Opô Aganjú.)

'Terreiro Afro Brasileiro Ilú Axé Eleegbara Tolá' - em São Gonçalo/ Engenho do Roçado - RJ Bàbá Ògóbengá, iniciado para Exú, filho de santo de Omindarewá e Neto de Balbino de Xangô Iniciado em Ifá. Hoje é neto de Ifá de Lazaro de Cuba.

•Edelzuita de Oxoguian
•Ilê Omolu Oxum
◦Iyá Davina
◦Meninazinha d'Oxum
•Terreiro Ogum Níger - Milton de Ogum (in memorian), Duque de Caxias
◦Ilê Ifé Asé N´Fondu Omo Osun - João Carlos de Òsún (Lewacy) Arujá-SP
•Ile Obá Ganjú
•Iyá Obá Ganjú (Egbami Antonia de Aganju) Iniciada por Sabina d'Omolu - Axé Engenho Velho
*Ase Guriri

•Babalorisa Felipe t`Ayrá - Filho de Iyá Odete t`Oyá (Grajaú - RJ), neto de Iyá Obá Aganjú (Ase Engenho Velho)
•Babalorisa Marcelo t`Ayrá (Baba Kekere) - Filho de Felipe t`Ayrá, neto de Iyá Odete t`Oyá (Asé Engenho Velho)
•Egbome Milene t'Jagun (Iya kekere)- Filho de Felipe t`Ayrá, neto de Iyá Odete t`Oyá (Asé Engenho Velho)
•Egbome Lourdes t'osun - Filho de Felipe t`Ayrá, neto de Iyá Odete t`Oyá (Asé Engenho Velho)
•Yalorisa Rosana t'osun - Filho de Felipe t`Ayrá, neto de Iyá Odete t`Oyá (Asé Engenho Velho)
•Egbome Wagner t'osoguian - Filho de Felipe t`Ayrá, neto de Iyá Odete t`Oyá (Asé Engenho Velho)
•Ogan:Paulo t'osoguian,Eduardo t'Odé,Mario t'Omolu,Claudir t'omolu,Alysson t'Odé,Ricardo t'osolufan,Adriano t'ogun Filhos de Felipe t`Ayrá, neto de Iyá Odete t`Oyá (Asé Engenho Velho)
•Ekedji:Tatiana t'Yemonja,Claudia T'Osun Filho de Felipe t`Ayrá, neto de Iyá Odete t`Oyá (Asé Engenho Velho)
•Integrantes do Asé -Filhos e netos Felipe t`Ayrá(Asé Engenho Velho):
-Cilene t'osolufan,Ricardo t'ogun,Sandro t'omolu,Diogo t'osum,Luma t'oba,Gisele t'ewa,Evandro t'osain,Renilda t'osolufan,Karina t'yemonja,Octavio T'sango,Julio t'osolufan,Leonardo t'sango,Iago t'osumare, Lorrayne t'nanan,Beatriz t'oya,Marcelo t'ogun,Oswaldo t'ogun,Marcones t'jagun,Fausto t'yemonja,Yone t'osun,Matheus t'ogun,Leila t'omolu,Fernando t´osun,Lucas t' Ode,Joao Gabriel t'odé,Marilene t'yemonja,

•Ile Ase Afàiya Ìsúra Ti Òsún
◦Iyalorisá Aidê de Oxum ( Iyá Bilikan ) - filha da Iyalorisá Obá Ganjú - axé Ile Iyá Nassô Oká.
•Ilê Ifá Tussin - R. Batista das neves, Nilópolis - Axé Gantois
•Babalorixá Jorge Buda (Jorge Teixeira da Silva) [filho de Nezinho d'Ogun {Ogun T'obé}]
•Ilê Axé Àáfín Àbàmì D'Oxum (Ketu)
◦Yialorixá Sheila d'Oxum
•Ile Axe Tomin Bocum - Axé Beiru
•Ilê Axé Erinlê Ati Oxum Apará - Axé Gantois - Petrópolis
1.Théo Carnaval - Théo D'Oxum - até 2003
2.Lucio Piedade - Lucinho D'Ogum - a partir de agosto de 2005
•Ilê Axé do Caboclo Serra Negra - Originalmente Angola, passando nos anos 1990 à Kêtu do Axé Opo Afonjá.
1.1) Elmano Henrique das Neves - Elmano D'Oxalá, fundou o Ilê de Pedro do Rio, em Petrópolis-RJ na década e 1960, filho de santo de Oyá Lagam, filha essa de Dila D'Omulu, sendo essa uma filha dileta de Cipriano Abedé.
Nos dizeres de um dos maiores conhecedores do Candomblé Brasileiro, o falecido mas festejado Professor Agenor Miranda da Rocha, no seu livro - As nações de Kêtu, fls 25: "... Inicialmente na rua do Propósito, e depois, na rua João Catetano, Cipriano Abedé, de Ogum, abriu sua casa. Ele era além de babalorixá e babaluwô, também, olossain. Foi pai de santo de Dila e Maroca, ambas de Omolu, e de Oyá Bumi, entre outros. [...] Era de sua casa e sua parenta a famosa africana tia Antonia, Exú Biyi...". [1]


◦Rio de Janeiro


•Reino ty Osoosi - Omo Alaketu Ile Ase Logunede - Àsè Kyeowjì - Pai Waldo de Oxossi - (Região dos Lagos) São Pedro da Aldeia RJ
Ase Kyeowji - Ile Orixa Osotokansoso - Pai Ronaldo de Logunede Kekere-Awo


◦Egbe Esin Axe Orisa Ase Kyeowji Iyalorixa Alice de Yemonja Cidade Saquarema/RJ
◦Omo Alaketu Ile Axe Omiorun Ase KyeowjiIyalorixa Silvia da Osun Cidade São Paulo/SP

◦UNIAFRO União Nacional Federativa da Cultura Afro-Brasileira - Cidade São Pedro da Aldeia
Admistrada Pelo Babalorisa: Waldo ty Osoosi.

•Ilê Ifé Asé Sangô Airá Omo Osun Yepondá Palácio dos Orishás – [Gramacho] – [Duque de Caxias] - [Rio de Janeiro] - [Brasil]
•Babalorixá Karlos Torodê de Shangô Airá - de 1975 a 1993 - filho de Aída de Yemojá Ogunté
•Iyalorixá Aída de Yemojá Ogunté (in memorian) - 1955 a 1974.
•Ile asé parque são jorge Alecrin 12 - Cabo Frio -RJ-Pai Alex de Osayin- filho de Sr Carlos de Oya, neto de Mãe Menininha-Axé Gantois.
•Ilé Asé Ibadan - Centro - São João de Meriti - RJ
•Iyalorixá Angela D'Oxum - Iniciada por Edméa D'Oxum em 1993
•Babakekere Claudinei de Aganjú - Iniciado por Edméa D'Oxum em 1995
Ilê Abaçá Ogum Ungi - Centro - São João de Meriti - RJ

•Babalórixá Cosme do Ogum(Cosme do Diabo)
•Sussessor Sergio do Ogum
•Babaquequerê Jorge Henrique do Ogum
•Ile Asé Osun Ige Oju Omin Iya Consuelo d'OSUN Pavuna - RJ
Efon no Rio
•Cristóvão do Pantanal
◦Eliete ti Iemojá - São Gonçalo - RJ www.elietedeiemanja.com.br/portal
◦Alexandre de Oxumare, São João de Meriti
◦Maria de Xangô
◦Alvinho de Omolu
◦Ada de Omolu, Ialorixá (Adamaris Sá Oliveira) - Abaçá Oluayê Omode Okunrin Fon - candomblé queto-efã
•Ilê Axé Barú Lepé
•Waldomiro de Xangô
•Pai Francisco de Yemonja - Campo Grande
•Iya Nara d´Osun - atual Iyalorisa herdeira e sucessora de Francisco de Yemonja
•Pai Kajaidê - descendente de Pai Waldomiro de Xangô (Santos / São Paulo)
•Pai Nilo do Omolú (Bàbágibô) - descendente de Pai Kajaidê (Guarujá - Bairro de Santa Rosa / São Paulo)
•Bàbá Rodolfo de Xangô "Obá Awodí Bí Olá tí Imolé Jakutá" (Santos - Morro da Penha / Bairro do Saboó - São Paulo)-
•Mãe Marina de Xangô, Filha de Jovino de Holaria, neta de Alvinho, ambos D´Omolu.
•Ya Danielle de Imonjá, filha de Antonio Carlos ti Oxossi.
•Mãe Kita de Oyá
•Mãe Margareth d´Osun
•Diego ti Osun, Iniciado em 16 de Maio de 1979, Filho de Maria Ingrácia dos Prazeres (Ojufarigbi) Neto de Matilde ti Jagun (Baba Oluwa), Bisneto de Maria Violão(Adebolui) e Tataraneto de Tio Firmo(Osun Tadê), tem seu Ile Iyagba Efon situado em Magé - RJ
•Pai Geninho de Oyá Jacarepaguá RJ
•Pai Carlos d'Odé - Ashé Lagoinha/N.Iguaçu filho do finado Iran d'Yansã e neto de Francisco d'Yemonjá
•Pai robinho de Osagyian-Jardim Redentor
•Adriana Matias Pinto - Órìsà Ìyewá -ILE ASÉ PARQUE SÃO JORGE- Cabo Frio
Igbá Asé Akinjole
•Pai Robinho de Osagiyan
•Gabrielle de Ewá-Kariny de odé
Jeje no Rio de Janeiro
•Manoel Ventura d'Possú
•Tixaereme
•Zé do Brechó
•Gaiaku Ludovina Pessoa
•Maria Angorensi mais conhecia como Ahum sime sime
•Djejê Maxi Axé Seja
•Adelaide S. M. do Espírito Santo (Mejitó), Zinvode.
•Gayaku Rosena. natural de Alladá.
•Ifabimi.
•Tata Fomotinho.
•Jorge de Yemonjá - Kwe Ceja Tessi
•Doté Luís de Iansã - Anchieta - RJ
•Doté Luiz d'Jagun
•Doté Antônio d'Amaralina
•Jorge de Yemonjá
•Jacinéia de Otolú.
•Luiza D'Oxum,(Kwe Sejà Sìnín)
•Paulo D'Ogum.
•Luíz Carlos de Yemonjá.
•Roberto de Otolú.
•Amauri de Odé.
•Roberto de Lissá.
•Neide de Azansú.
•Pai Olegario de Logún Odé,
•Pai Zezinho da Boa Viagem
•Tia Belinha. (Colina de Oxosse)
•Temi Marcelo de Avimadje, (Doté Marcelo T'jagun).
•Marcia T'Sakpata
•Amaro de Xangô.
•Djalma Sousa Santos - Djalma de Lalu
•Jamil de Omolu
•Ewe Bíyola - Cabo Frio - RJ
•Mãe Ivete de Iansã.
•Doné valderez de oya . RJ
•Doté Zaca de Oxossi - RJ
•Doté Marclei de logun'ede . RJ
•Marcelo de Logun-Edé - Cabo Frio - RJ
•Doté Carlos de Togbô - Olinda - RJ
•Doné Mirteia de Togun - RJ
•Doné Maria de Vodun Jó - Campinho - RJ
•Doné Aurea de oya - realengo -RJ
•Doté Paulo de otolú´-realengo- RJ
•Doté Mario assad de bessem -paciencia -RJ
•Doté sergio palmeira de logun'ede RJ
•Doté adilson de otolú -paciencia-RJ
•Doné elisabete sales de oya-manquariba
•Doté leonardo nunes de osala -campo grande -RJ
•Pai Ricardo Cigano - Engenho Novo - RJ
Doté André d'Oxóssi - Manilha/Itaboraí - RJ

Angola/Congo no Rio


•Descendentes do Ilê Axé Talabi no RJ
•Otávio da Ilha Amarela Bahia
•Mundinho de Formigas RJ Filho de Sr. Otávio da Ilha Amarela Bahia
•Jorge de Oxála Mairiporã /Rio Filho Mundinho de Formigas RJ
•Rita de OBaluaye Mairiporã SP Filha de Jorge de Oxála ( Ilê Axé Talabi )
•Kupapa Unsaba (Bate-Folha)
•Lesenge (João Correia de Melo)
•Mametu Mabeji (Floripes Correia da Silva Gomes, Mametu Mabeji) - 1972-
•Nzo Kavunguoxi - Fluminense-Granja-B.Roxo-RJ
•Tata Carlos Kavungu
•Tenda Afro Brasileira Caxi-De-Í - Nação Angola - Parque São Vicente - [Município de Belford Roxo] - RJ
•Tata Caxaman.
•Ile Alagba Orisa Ode do Ase, Ilha AmarelaPai Alcir de Osossi, (Odelajo) - naçao keto - vila marina freg do O
•Tata MAganza Angelo ia Katende -Inzo Takula Nsaba Nzambiri ia Katende-Duque de Caxias- RJ.
•Tata poko gitunarê ia Katende- Duque de caxias -RJ
Nagô-Egbá no Rio
•Raiz Bàmgbálà
•Adioê Bàmgbálà (Liberata Martins Rubião), sacerdotiza nigeriana e discidente do Ilê Obá Ogunté, fundadora do Ilê Asé Olóòssi Iyágbá Onilé, matriz do Candomblé Nagô-Egbá no Rio de Janeiro, mais conhecido como Asé Bàmgbálà. Conhecida como Tia Bambala.
•Maria Adélia (Iwitojá) - descendente de Tia Bambala, fundadora do Terreiro Bandeira Branca.
•Adenilza Campos (Sanan Dessy) - sucessora de Tia Bambala frente do Ilê Asé Olóòssi Iyágbá Onilé.
•Carola d'Ogun (Talaminarê) - Sucessora de Sanan Dessy, levando o Candomblé para a Zona Oeste do Rio de Janeiro.
•Almir dos Santos (Tambalassyn), mais conhecido como Pai Ném d'Ogun - Sucessor de Talaminarê.
•Beto de Bara (Baralejinan) - sucessor de Tambalassyn, é o atual dirigente do Asé Bàmgbálà, que sob sua direção está sendo transferido para o bairro da Pavuna, Zona Norte do Rio de Janeiro; fundando por ordem de Yemonjá Sogbá (matriarca da Raiz Bàmgbálà) o Ilê Igbòrisá y Asé Bàmgbálà (Casa de Culto aos Òrisás e Força dos Bàmgbálà); onde está sendo construída uma nova Casa para manter viva a tradição Nagô-Egbá.



Nagô Ìgbó/Igbominas - Rio de Janeiro


* 'Àse Oba Ìgbó ' (Templo do Senhor do Alvorecer - Igreja da Religião Africana)

•Marcolina ti Òsun - Òsunwoyin. Antiga Cidade de Palha - Hoje Cidade Nova, Salvador/Bahia (oriunda da cidade de Abéòkúta).
•Laudelino dos Santos - Losémònjú.
•Antonio dos Santos Penna - ABORÈ-NLÁ OBA ALÁÀIYÉ ÀDÌFÁ ÀLÙFÁ FÀMÃKINDÉ.
•Fábio Rodrigo Penna - Bàbáláàse ati Awofákàn Obanífúnmil'ayò.

*CABO FRIO-RJ*

'** ILE ASÉ PARQUE SÃO JORGE **'

•Bàbálorisá Alex Guaraná - Òrìsà Òsányìn - filho de santo do sr luciano ósossi , neto do sr Paulo da Pavuna - ASÉ PAVUNA.
•Ìyalasé Adriana -´Òrìsà Ìyewá - filha de santo do sr Waldemiro Costa Pinto ,neta da sr Maria Escolástica da Conceição Nazareth.
•Bàbá egbé Julio Cesar Rodrigues - Òrìsà Òsógiã.
•Bàbá Otun Gustavo Guaraná - Òrìsà Òsógiã.
•Bàbá osi André luis Matias - Òrìsà Òsógiã.
•Ogã Òkon Ewe José Ramalho - Òrìsà Sango.
•Ekéjí Ìyá jemí Fernanda Magnani - Òrìsà Lógun Èdé.
•Ogã Sidnei Leme - Òrìsà Òsógiã.
•Ekéjí Edilaine Mitsunagá - Òrìsà Òsùmàrè.
•Ekéjí Ìyá Mere Ana Márcia Pereira - Òrìsà Ìyemanjá.
•Ogã Alagada Sergio Matos Nunes - Òrìsà Ògún.
•Ogã Alagbe Everton Matias - Òrìsà Òsóssí.
•Ogã Asógun Luis Cláudio de Pizzo - Òrìsà Ògún.
•Ìyarobá Isabela Tavares - Òrìsá Òsùn.
•Ogã José Gomes - Òrìsà Òbáluwaye.
•Oloye Olosede Osvaldo Pedrosa - Òrìsà Ayrá.
•Oloye Jágun Ilé Ueldo Cardoso dos Santos - Òrìsà Òsógiã.
Rio Grande do Norte
•Ilé Axé Oya Wugan Balé
◦Mãe Dua de Tempo Cleonice Clemente Nobre
•Casa de Bessem [Gregori de Bessem]
•Ilé Axé Yemanjá Sessu [Felipe Da Yemanjá]
Santa Catarina
•Ilé Asé Obá Òlorún Fúnmì (Bàbà-otubela - Guaraci Edson Fagundes)

São Paulo


•Pai Bobó de Inhansã - Vicente de Carvalho - Guarujá
◦Mãe Lindaura - Ominfaloyó
◦Pai Cido de Oxum Eyn - Vila Industrial
■Pai Everaldo de oxaguian "Ilê Dará Asé Ósógìyán" SP zona leste.
■Pai Marcello Tí Àyrá
■Pai João de Logun'Edé - Praia Grande/SP
•Pai Vavá de Bessém
◦Pai João da Oxum - Vila Margarida - São Vicente
◦Pai Hélio Festa Vila Maria e Guarulhos (Jd. cabuçu)
■Pai Reinaldo d'Odé Vila Maria
■Pai Dofonitinho de Òdé Esewe (São José do Rio Preto -sp)
■Dofonitinho de Òdé Esewe (Antonio Souza Dias, neto de Vavá Negrinha de Besen, filho de Santo de Helio Festa de Logunede, raspou o Santo dia 17 de fevereiro de l.974 no Ilê Asé Opô Logunedé - Vila Maria São Paulo
◦Pai Vagner de Oxóssi Imirim
◦Pai Eduardo de Logun Cambuci
◦Pai Oya Otologi Vila Guarani / São Judas
•Mãe Juju D'Oxum - Ile Maroketu Axe Oxun - São Paulo
◦Pai Waldo de Oxossi - Jardim Brasil - zona norte - SP
◦Pai Ronaldo Logunede - Ase Kyeowji
•Pai alessandro ile ase yaomi aira
•Mãe Tolokê - Itanhaém
•Waldomiro de Xangô
•Mogba Klaudio de osala - Santos - São Paulo
•Pai Antonio d´Osoosí - Ibiuna - São Paulo
•Pai Silvio T´Logun - Piracicaba - São Paulo
•Mãe Wanda de Yemojá - São Paulo - São Paulo
•Babá Luiz de Osumarè - Itapevi - São Paulo
•Pai Kajaidê São Paulo)
•Mãe Cidinha Ile Axe Oia Iso - Guarulhos - São Paulo
•Pai Nilo do Omolú Bàbágibô
•Pai Rodolfo de Xangô Obá Awodí Bí Olá tí Imolé Jakutá
•Pai Celso de Oxalá, Santo Amaro e São Roque
•Pai Pérsio de Xangô - Vila Batistini - São Bernardo do Campo
◦Pai João de Ossaim
◦Pai Tonhão de Ogum - Santo André
◦Pai Jorge de Osaguian-Angra dos Reis-RJ
•Mãe Ana de Ogum - Parque Jacarandá – Taboão da Serra
•Pai Kabila - Jardim San Diego - Barueri
◦Pai Luiz Carlos de Logunede - Cotia e São Paulo
•Pai José Mauro de Oxóssi
•Pai Zézinho de Logun Edé
•PaiFrancisco de Yemonja-Efon-RJ
•Mãe Sandra Epega
•Pai Girceu de Yemonja-São Paulo-SP
•Axe Ile Oba - Vila Fachini – Jabaquara
•Pai Caio de Xangô
•Mãe Sylvia de Oxalá
•Mameto Akolossydan
•Oya Manaundê
•Oya Ice
•Pai Toninho de Xangô
•Aulo Barretti Filho — Pirituba
•Pai Talabi de Oxoguian
•Jamil de Omolu
•Luís de Yansã (Oyá Falemin)
•pai Toninho D'Oxum-Itapevi - SP
•Pai Minervina de Ogum SP.
•Pai Gilberto de Obaluayê (Kafungerenan)
•Mãe Iyasomeji - Iyemonja Ogunté - São Paulo
•Pai Carlinhos de Ogum Megesy - Vila Prudente - São Paulo
•Pai sandro de aira - SP - penha
•Mãe Margarida de Yansã - YLÊ AXÉ OYÁ DAGBE - Parque Ypê - São Paulo
•Ase Egbe
◦Ase Egbe Ode Ofa Omi - Babalorisá Marco ti Odé
◦Ase Egbe Oya Ji L'Oye - Iyalorisá Alice ti Oyá
◦Asa Egbe Oya Koyasi - Iyalorisá Rita ti Oyá
◦Ase Egbe Ode Ofá Ewe - Iyalorisá Cida ti Odé
◦Ase Egbe Ode Bilori - Babalorisá Michel ti Odé
•João Carlos de Òsún (Lewacy) - Ilê Ifé Asé N´fondu Omo Osun Arujá-SP
•Dote Reginaldo de Aganju - sao paulo
•Abassá de Xangô Agodo e Obafunle - Iyalorisá Dida de Xangô e Babalorisá Alexandre de Odé - Guarulhos-SP - Nação Nagô-Egbá - raizSítio de Pai Adão
•Mãe Sandra D'Oxosse
◦Pai Miguel de Xangô
•Pai Otto D'Òssósi Tatá Kewá'logi " Otto Yanke Nogueira da SilvA " Casa de Nação Ketu em Guarujá-SP dedicada a Òdé e Caboclo Caçador.
•Babalorixá Ala Dugbé - Ilê Asé Ala Dugbé - São Paulo
•Babalorixá Lotegisun D' Logun-Edé - São Paulo


GOIÂNIA/ GO.

EGBE MÒGÀJÍ IFÁ (COMUNIDADE HERDEIROS DE IFÁ/GO)

Sacerdote de Ifá: Awofa Ifakemi Miguel
R. 1105, QUADRA 204, LOTE 29- SETOR PEDRO LUDOVICO - GOIÂNIA


•Babalorixá Leandro de Xango Axé Ilha Amarela -São Paulo 1996
•Yalorixá Ana Cristina d'Oxum Axé Ilha Amarela -São Paulo
•Iyalorisa Lúcia de Osun - Ile Alaketu Ase Kare- São Paulo/Cachoeirinha -Raiz Batistine
Campinas /SP

Ileisin Ogun Lakaiye Osinmole - Babalorisa Toloji - 1980

Ileisin Oba Olufon - Casa de culto do Rei Olufon - Babalorisa Oludare - 1991

Ribeirão Preto /SP

Egbe Omo Ogyian Olojo - Babalorisa Olutoye - 1990




Franca / SP


•Pai Luciano de Oxagian - Jardim Portinari - Franca
•Pai Leandro de Oxagian - Jardim Aeroporto I - Franca
•Pai Otto D'Òssósi Kewá'logi Asé Olooketin - Guarujá

Argentina

•Babalorixá Fernando de Oxalá - Ilé Ayé Babanlá Yèyé Oré - Trelew Chubut Argentina - Ketu.Raiz

Europa

Espanha

Em Sevilla capital, seriedad y responsabilidad a servicio de la fe.

•Babalorisa Marcos T'Ogun

Portugal

•Ilé Asè Omim Ogun Terreiro de Candomblé Ketu, (Alaketu) - Sobreda, Portugal
•Babalorisa Jomar - Coordenador Internacional da FENACAB - Portugal
•Pai Paulo de Iyemanjá - Vice coordenador da fenacab em Portugal - Sobreda, Portugal
•Ilê Axé Oxumarê - Aveiro - Terreiro de Candomblé Efon- Aveiro, Portugal

Suiça

•Yalorixá Habiba de Oxum Abalô - Ilê Axé Oxum Abalô, Terreiro terra sagrada - Suiça


Referências



1.↑ ROCHA, Agenor Miranda da. As Nações de Ketu: origens, mitos e crenças. Os candomblés antigos do Rio de Janeiro. Mauad, 2000. Rio de Janeiro. ISBN 85-7478-018-9. Alexandre A A Vieira

sábado, 27 de novembro de 2010

Nas águas da fé

Livro de Mariana Ramos de Morais, foi lançado em BH, Nas teias do sagrado refaz as trilhas da religiosidade afro-brasileira no país e, especialmente, em Belo Horizonte.

Por: João Paulo.

“Se um tambor toca longe, ecoa dentro de mim”. É assim que Mariana Ramos de Morais abre seu livro Nas teias do sagrado – Registros da religiosidade afro-brasileira em Belo Horizonte, que ela lança no Café com Letras. A autora parece sintetizar com suas palavras a experiência de muitos mineiros que, mesmo sem saber, têm na memória a marca das tradições africanas, traduzidas em cultos do catolicismo popular, como o congado, a rítmica da música popular, e a sensibilidade para o mistério. Foi para buscar as origens desse sentimento que a jornalista Mariana Ramos se aprofundou em pesquisas nos campos da ciência social e da antropologia. O livro é uma etapa nesse projeto de traduzir em reflexão intelectual uma experiência de ordem pessoal.

Nas teias do sagrado é ao mesmo tempo um livro de história e uma investigação antropológica. Em outras palavras, uma tentativa de sintetizar as informações que dão conta da origem das religiões afro-brasileiras, em seu nascedouro e desenvolvimento através dos séculos, e uma busca de compreensão da dimensão simbólica dos cultos. Além disso, em vários momentos, Mariana Ramos aponta a tendência ao preconceito que cerca o calundu, o candomblé e a umbanda, desde os tempos coloniais até nossos dias. Assim, ao mesmo tempo em que promove uma introdução informativa e didática, compromete o leitor com sua consciência do que considera, de fato, tolerância e liberdade de crença.

O livro está dividido em duas seções. Na primeira, “Magia afro-brasileira”, a autora vai ao século 16 para descrever os primeiros registros dos cultos operados pelos negros. Já nessa origem, com o calundu, o olhar da Igreja e das elites políticas e econômicas evidencia a discriminação, considerando os praticantes feiticeiros. Mariana explica que, em religião, não se pode ter uma visão estática, como se houvesse uma crença pura e imutável no tempo. Por isso, não seria correto afirmar que o calundu é uma base, com seus ritos e valores, que seriam depois transformados em candomblé e umbanda, cada uma delas com sua ortodoxia singular. São expressões dinâmicas, que muitas convivem entre si, intercambiando valores e símbolos.

A inserção histórica das religiões afro-brasileiras, nesse sentido, expressa a própria sociedade. Um tempo de escravidão, desigualdade, patriarcalismo e de Estado oficialmente católico – tudo isso abre o flanco para uma desvalorização de uma religiosidade que aponta para outros elementos de constituição da sociedade. A isso se soma o grande desconhecimento – ou certa ignorância petulante – que descarta outras visões de mundo em favor da manutenção do status vigente.

Ainda na primeira parte do livro, Mariana Ramos estuda o surgimento do candomblé, mostra a hegemonia dessa expressão na Bahia, o candomblé nagô, e acompanha o trânsito da crença dos orixás entre as diversas nações da África aos diferentes pontos do Brasil. Um fato para o qual é preciso chamar a atenção, como destaca a pesquisadora, é a presença, desde os primeiros momentos, de pessoas de todas as cores e classes sociais nas religiões afro-brasileiras. No entanto, essa mescla, que poderia parecer uma abertura à tolerância, muitas vezes se mostrou um motivo a mais para a recusa dos credos.

Se o candomblé é uma religião africana em origem, a umbanda se constitui no Brasil uma autêntica crença da unidade nacional, reproduzindo em sua formulação as três vertentes da nacionalidade brasileira. Na umbanda se juntam os elementos das três raças, espelhando o mito da democracia racial. Assim, estão presentes nos cultos umbandistas a herança dos negros (orixás do candomblé), dos brancos (o espiritismo kardecista e o catolicismo popular) e as fontes da cultura indígena. Manifestação mais recente, a umbanda se mostra ainda interessada em codificar seus ritos e interpretações, gerando uma literatura teórica expressiva.

Nova capital
A segunda parte do livro, “Belo Horizonte nas trilhas da fé afro-brasileira”, mostra como, na nova capital, ocorreu uma inversão em relação às outras regiões do país. Aqui, a umbanda chega antes do candomblé. A cidade viu surgir e fortalecer os terreiros com seus exus e pretos velhos, bem antes da fixação das casas dos orixás. Esse fato pode ser explicado pela forte presença do congado (outra manifestação de origem africana que se liga ao catolicismo popular) e do espiritismo kardecista em nosso meio.

O candomblé, quando surge na capital, tem outro perfil. Se na Bahia a religião dos africanos era uma forma de resistência, em Belo Horizonte, já no século 20, aparece como um tipo de apoio aos serviços que já eram prestados nos terreiros de umbanda aos seus fiéis. Assim, quando chega a BH, o candomblé, mesmo com o preconceito ainda presente, já é uma religião que conquistou respeito, com adeptos importantes, sobretudo na Bahia e no Rio de Janeiro, que ajudaram a ampliar o clima de tolerância. Nesse momento, as crenças afro-brasileiras já faziam parte da cultura, sobretudo na música popular, sendo objeto de pesquisas acadêmicas, congressos nacionais e, inclusive, ocupando espaço público com imagens em praças, criação de festivais e outros eventos de massa.

Democracia frouxa
Mariana Ramos acredita que o conhecimento é uma arma eficiente contra a discriminação. “No Brasil, o preconceito contra as religiões afro-brasileiras já foi do próprio Estado, da Igreja Católica e, mais recentemente, por parte dos evangélicos neopentecostais”, explica. E lembra que, mesmo os evangélicos que demonizam os cultos africanos usam de linguagem que vem de seu repertório, com pastores usando práticas como fogueira santa e descarrego, que evidenciam o trânsito com os ritos umbandistas.

Para a pesquisadora e jornalista, o debate eleitoral deste ano, com o desvio das questões políticas para temas de ordem da consciência individual, é prova de um descompasso. “O Brasil tem uma democracia política que convive com esses equívocos”, pondera, ressaltando que a responsabilidade está difusa em toda a sociedade, até mesmo na imprensa, que absorveu essa linha de debate.

Mariana cobra das universidades mineiras a criação de centros de estudos específicos para a cultura afro-brasileira, como existem na Bahia e em São Paulo. E anuncia sua próxima pesquisa: “Quero refletir sobre a transformação das religiões afro-brasileiras em manifestações culturais, inclusive com apoio do Estado”. Se é caso de forma sutil de denegação da transcendência ela prefere não antecipar: “Estou começando a pesquisa”, afirma.

Nas teias do sagrado – Registros da religiosidade afro-brasileira em Belo Horizonte Lançamento do livro de Mariana Ramos de Morais,no Café com Letras, Rua Antônio de Albuquerque, 781, Savassi.

Fonte: uai.com.br

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

OS PRIMEIROS TERREIROS DE CANDOMBLÉ

Por: Nelson Souza


A instituição de confrarias religiosas, sob a égide da Igreja Católica, separava as etnias africanas. Os pretos de Angola formavam a Venerável Ordem Terceira do Rosário de Nossa Senhora das Portas do Carmo, fundada na Igreja de Nossa Senhora do Rosário do Pelourinho. Os daomeanos (gêges) reuniam-se sob a devoção de Nosso Senhor Bom Jesus das Necessidades e Redenção dos Homens Pretos, na Capela do Corpo Santo, na Cidade Baixa. Os nagôs, cuja maioria pertencia à nação Kêto, formavam duas irmandades: uma de mulheres, a de Nossa Senhora da Boa Morte; outra reservada aos homens, a de Nosso Senhor dos Martírios.
Essa separação por etnias completava o que já havia esboçado a instituição dos batuques do século precedente e permitia aos escravos, libertos ou não, assim reagrupados, praticar juntos novamente, em locais situados fora das igrejas, o culto de seus deuses africanos.
Várias mulheres enérgicas e voluntariosas, originárias de Kêto, antigas escravas libertas, pertencentes à Irmandade de Nossa Senhora da Boa Morte da Igreja da Barroquinha, teriam tomado a iniciativa de criar um terreiro de candomblé chamado Iyá Omi Àse Aira Intilè, numa casa situada na Ladeira do Berquo, hoje Rua Visconde de Itaparica, próxima à Igreja da Barroquinha.
As versões sobre o assunto são numerosas e variam bastante quando relatam as diversas peripécias que acompanharam essa realização. Os nomes dessas mulheres são eles mesmos controversos. Duas delas chamadas Iyalussô Danadana e Iyanassô Akalá, segundo uns, e Iyanassô Oká, segundo outros, auxiliadas por um certo Babá Assiká, saudado como Essá Assiká no padê do qual falaremos mais tarde, teriam sido as fundadoras do terreiro de Ase Aira Intilè. Iyalussô Danadana, segundo consta, regressou à África e lá morreu. Iyanassô teria, pelo seu lado viajado a Kêto, acompanhada por Marcelina da Silva. Não se sabe exatamente se esta era sua filha de sangue, ou filha espiritual, isto é, iniciada por ela no culto dos orixás, ou ainda, se se tratava de uma prima sua. As opiniões sobre o assunto são controversas e tornam se objeto de eruditas discussões, estando porém todos de acordo em declarar que seu nome de iniciada era Obatossí.
Marcelina-Obatossí fez-se acompanhar nessa viagem por sua filha Madalena. Após sete anos de permanência em Kêto, o pequeno grupo voltou acrescido de duas crianças que Madalena tivera na África, e grávida de uma terceira, Claudiana, que será por sua vez mãe de Maria Bibiana do Espírito Santo, Mãe Senhora, Oxum Miua, da qual tive a insigne honra de tornar-me filho espiritual.
Ianassô e Obatossí trouxeram de Kêto, além dessas filhas e netas, um africano chamado Bangboxé, que recebeu na Bahia o nome de Rodolfo Martins de Andrade, e, no padê ao qual me referi acima, é saudado como Essá Obitikô.
O terreiro situado, quando de sua fundação, por trás da Barroquinha mudou-se por diversas vezes e, após haver passado pelo Calabar na Baixa de São Lourenço, instalou-se sob o nome de Ilê Iyanassô na Avenida Vasco da Gama, onde ainda hoje se encontra, sendo familiarmente chamado de Casa Branca do Engenho Velho, e no qual Marcelina-Obatossí tornou-se a mãe-de-santo após a morte de Iyanassô.
Verifica-se ligeira divergência na versão dada por Dona Menininha relativa às origens dos terreiros provenientes da Barroquinha. O nome de Iyalussô Danadana não é mencionado. A primeira mãe-de-santo teria sido Iyá Akalá (distinta de Iyanassô), que, tendo regressado à África, aí mesmo veio a falecer. A segunda mãe-de-santo teria sido Iyanassô Oká (e não Akalá).
Não se sabe com precisão a data de todos esses acontecimentos, pois, no início do século XIX, a religião católica era ainda a única autorizada. As reuniões de protestantes eram toleradas só para os estrangeiros; o islamismo, que provocara uma série de revoltas de escravos entre 1808 e 1835, era formalmente proibido e perseguido com extremo rigor; os cultos aos deuses africanos eram ignorados e passavam por práticas supersticiosas. Tais cultos tinham um caráter clandestino e as pessoas que neles tomavam parte eram perseguidas pelas autoridades.
Por volta de 1826, a polícia da Bahia havia, no decorrer de buscas efetuadas com o objetivo de prevenir possíveis levantes de africanos, escravos ou livres, na cidade ou nas redondezas, recolhido atabaques, espanta-moscas e outros objetos que pareciam mais adequados ao candomblé do que a uma sangrenta revolução. Nina Rodrigues refere-se a certo quilombo, existente nas matas do Urubu, em Pirajá, “o qual se mantinha com o auxílio de uma casa de fetiche da vizinhança, chamada a Casa de Candomblé”.
Um artigo do Jornal da Bahia, de 3 de maio de 1855, faz alusão a uma reunião na casa Ilê Iyanassô: “Foram presos e colocados à disposição da polícia Cristovão Francisco Tavares, africano emancipado, Maria salomé, Joana Francisca, Leopoldina Maria da Conceição, Escolástica Maria da Conceição, crioulos livres; os escravos Rodolfo Araújo Sá Barreto, mulato; Melônio, crioulo, e as africanas Maria Tereza, Benedita, Silvana… que estavam no local chamado Engenho Velho, numa reunião que chamavam de candomblé”. É curioso encontrar nesse documento o nome, pouco comum, de Escolástica maria da Conceição, o mesmo com o qual seia batizada, trinta e cinco anos mais tarde, Dona Menininha, a famosa mãe-de-santo do Gantois, cujos pais, a essa época, sem dúvida, frequentavam ou faziam parte do terreiro de Ilê Iyanassô, onde houve essa ação policial.
Com a morte de Marcelina-Obatossí, foi Maria Júlia Figueiredo, Omonike, Iyálódé, também chamada Erelu na sociedade dos geledé, que se tornou a nova mãe-de-santo. Isso provocou serias discussões entre os membros mais antigos do terreiro de Ilê Iyanassô, tendo como consequência a criação de dois novos terreiros, originários do primeiro; Júlia Maria da Conceição Nazaré, cujo orixá era Dàda Báayànì Àjàkú, fundou um terreiro chamado Iyá Omi Àse Ìyámase, no Alto do Gantois, cuja mãe-de-santo atual, e quarta a ocupar este lugar, é Dona Escolástica Maria da Conceição nazaré, “Menininha”, a última das famosas mães-de-santo da antiga geração. Segundo Menininha, Júlia da Conceição Nazaré, fundadora do Terreiro do Gantois, teria sido a irmã-de-santo, e não filha-de-santo, de Marcelina-Obatossí. Uma personagem importante nos meios do candomblé, chamada Babá Adetá Okanledê, consagrada a Oxóssi e originária de Kêto, teria tido um papel importante quando foi criado o Terreiro do Gantois, Iyá Omi Àse Ìyámase.
Eugênia Ana Santos, Aninha Obabiyi, cujo orixá era Xangô, auxiliada por Joaquim Vieira da Silva, Obasanya, um africano vindo do Recife e saudado Essá Oburô, no Padê ao qual já fizemos alusão, fundaram outro terreiro saído do Illé Iavanassô e chamado “Centro Cruz Santa do Axê de Opô Afonjá”, que foi instalado, em 1910, em São Gonçalo do Retiro, depois do Axê ter funcionado provisoriamente no lugar denominado Camarão, no bairro do Rio Vermelho.
Sob o impulso desta grande Mãe de Santo, o novo terreiro rapidamente igualou – e talvez, mesmo, tenha ultrapassado – em reputação os outros candomblés Kétu.
Maria da Purificação Lopz, Tia Bada Olufandeí, sucedeu, em 1938, a Aninha e deixou, em 1941, o encargo do terreiro a Maria Bibiana do Espírito Santo, Mãe Senhora Oxunmiwá, filha espiritual de Aninha Obabiyi.
Pelo jogo complicado das filiações, Senhora era bisneta de Obatossí por laços de sangue e sua neta somente por laços espirituais da iniciação. Em outros termos, Iyanassô Akalá (ou Oká) foi, na geração anterior, ao mesmo tempo, a bisavó e a trisavó de Senhora. As coisas tornaram-se mais complicadas ainda quando Senhora recebeu, em 1952, o título honorífico de Iyanassô, dado pelo Alafin Oyó da Nigéria, por intermédio de uma carta de que tive a honra de ser o portador. Senhora, abolindo o tempo passado, graças a esta distinção, tornou-se espiritualmente a fundadora desta família de terreiros de candomblé da nação de Kétu, na Bahia, confirmando tão elevada posição em 1962, quando foi presidir, seguida de seus Ogans (onde figuravam os colaboradores desta obra, Carybé, Jorge Amado, Waldeloir Rêgo e eu mesmo), o Axexê ou cerimônia mortuária da saudosa, e mais que centenária, Mãe de Santo do Ilê Iyanassô da Casa Branca do Engenho Velho, Maximiana Maria da Conceição, Tia Massi Oinfunké.
Esta dignidade recebida da África por Senhora provocou, diga-se de passagem, comentários e rumores, os “fuxicos”que agitam e apaixonam as pessoas que pertencem a este pequeno mundo, cheio de tradição, onde as questões de etiqueta, de direitos fundamentados sobre o valor dos nascimentos espirituais, de primazias, de gradação nas formas elaboradas de saudações, de prosternações, de ajoelhamentos são observadas, discutidas e criticadas apaixonadamente; neste mundo onde o beija-mão, as curvaturas, as respeitosas inclinações de cabeça, as mãos ligeiramente balançadas em gestos abençoadores representam um papel tão minucioso e docilmente praticado como na Corte do Rei Sol. Os terreiros de candomblé são os últimos lugares onde as regras do bom tom reinam ainda soberanamente.
Após o desaparecimento da saudosa Mãe Senhora, em 1967, duas novas Mães de Santo lhe sucederam à frente do Axê Opô Afonjá. A atual Maria Estella de Azevedo Santos, Odé Kayodê, retornando a tradição de Iyanassô e de Obatossí, foi fazer uma viagem às fontes, na Nigéria e no ex-Daomé.
Após a morte de Senhora, outros terreiros foram criados, originários todos do Axê Opô Afonjá formando uma terceira geração desta família de candomblés que nasceu na Barroquinha. Citemos o Axê Opô Aganju, de Balbino Daniel de Paula, Obaraim, que viajou para África e aí participou das festas para Xangô, com perfeita naturalidade, como se sua família não houvesse deixado aquele país há várias gerações.
Existem numerosos outros terreiros que seguem o ritual Kétu, como o do Illé Mariolajê no Matatu, mais conhecido sob o nome de Alaketu, cuja Mãe de santo atual, Olga de Alaketu, já foi várias vezes à África. Citemos, ainda, o terreiro de Ilé Ogunjá, também no Matatu, do falecido Pai de Santo Procópio Xavier de Souza, Ogunjobí.
Ao lado dos terreiros Nagô-Kétu, há na Bahia os da nação Igexa. O mais digno dentre eles é o de Eduardo Igexa, ou Eduardo Antônio Mangabeira, meio-irmão de Otávio Mangabeira, que foi governador do Estado da Bahia. Durante a década de 50 ele enviou cartas redigidas em perfeito Yorubá a seu distante parente, o Rei de Igexá, que as recebeu de minhas mãos bastante emocionado. Os terreiros Gegê, onde se praticava o culto dos Voduns do Daomé, eram mais raros. O mais conhecido era o do Bogum, da falecida Emiliana Piedade dos Reis, à qual sucedeu a falecida Valentina Maria dos Anjos, Mãe Runhó.
Os cultos Gegê e Nagô se fundiam em terreiros como o de Oxumaré, na Rua Vasco da Gama, dos falecidos Antônio de Oxumaré, Cotinha e Simpliciana.
O ritual dos cultos de origem Bantu era inicialmente diferente das cerimônias Nagôs e Gegês. Misturaram-se, depois, tornando-se bastante próprios. A originalidade destes cultos Bantus é difícil de definir. Não se sabe se os rituais Gegê e Nagô foram ou não influenciados por escravos do Congo e de Angola, já presentes no Brasil em grande quantidade, no final do século XVII. Relações mais constantes estabeleceram-se nos séculos posteriores, entre Bahia e Pernambuco e a Costa dita dos Escravos; a maioria dos cativos desembarcados nestas duas províncias era constituída, então, pelos Gegês e Nagôs (Daomeanos e Yorubás).
Expusemos, em outras obras, as razões comerciais criadas pela presença do fumo na Bahia e em Pernambuco, razões que determinaram a afluência dos Gegês e dos Nagôs a estas duas regiões, a partir do século XVIII, e não às outras partes do Brasil, onde os Congos e Angolas continuaram a ser importados em grande proporção.
A palavra candomblé, que serve para designar, na Bahia, as religiões africanas em geral, parece ser de origem Bantu. É possível que as influências das religiões vindas destas regiões não se restringissem, apenas, ao nome dado às cerimônias, mas tivessem dado aos cultos Gegê e Nagô na Bahia uma forma diferente, em certos detalhes, destas mesmas manifestações na África.
Um estudo em separado do ritual Bantu é tarefa bastante difícil, pois seria necessário fazê-lo em diversos pontos do Brasil, em lugares onde esta influência Gegê-Nagô não se tivesse feito sentir. Na Bahia, temos que nos contentar com a presença de alguns cantos e rítmos de tambores. Seria necessário, também, localizar os termos Bantus ainda conhecidos, termos estes que os participantes de terreiros Bantus têm tendência a exprimir no seu equivalente Nagô, seja por espírito de discriminação, seja para falar numa língua compreensível aos seus interlocutores.
Existem na Bahia o terreiro Congo do falecido Manoel Bernardino da Paixão, o Bate Folha, no bairro de Beiru; o terreiro Angola da falecida Maria Neném do Tumbeuci, também no Beiru, e o de seu Filho de Santo, o falecido Manoel Ciríaco de Jesus, o Tumba Juçara, no Alto do Corrupio, hoje sob a direção da Mãe de Santo Dere.
Destaquemos, finalmente, o caso do falecido Pai de Santo João Alves de Torres, mais conhecido como Joãozinho da Goméa, que deve seu renome ao Caboclo Pedra Preta, e cujo culto, realizado à maneira africana, era dedicado aos ancestrais indígenas, Senhores desta Terra do Brasil. Iniciado no ritual Angola por Jubiabá, Joãozinho for herdeiro de uma Yansã e se orientou, cada vez mais, em direção ao ritual Nagô. Este caso nos parece típico da ascendência exercida pelo ritual Nagô sobre as religiões de etnias diferentes.
Na própria África, as religiões Bantus parecem centradas sobre uma série de devoções aos ancestrais de um grupo familiar reduzido e não sobre o culto de deuses ligados às forças da natureza. É possível que existissem estes tipos de cultos, mas, na Bahia, eles tomaram uma forma bem próxima da concepção Yorubá.

Texto adpatado
Pierre Fatumbi Verger.

Fonte:O Mundo dos Orisás.

Cinema na Praça consolida projeto cultural de terreiro de candomblé


Cada dia que passa o Projeto “Cinema na Praça” se consolida como a melhor opção de lazer e entretenimento cultural da comunidade dos Carilos, no alto da Conquista, em Ilhéus. O projeto que retornou no mês de setembro deste ano a pedido da própria comunidade do terreiro Matamba Tombenci Neto, vai acontecer ate o mês de dezembro, todos os sábados, com duas sessões: uma às 18 horas para a criançada, com distribuição de lanches gratuitos, e outra às 20 horas para os adultos.
De acordo com Marinho Rodrigues, coordenador geral do projeto, dependendo das parcerias para garantir os equipamentos técnicos, o projeto vai continuar durante o verão. Marinho afirma que já esta mantendo contatos para garantir a aquisição dos equipamentos que atualmente vêm sendo disponibilizados pelo Instituto Floresta Viva, através de uma parceria do Terreiro de Matamba Tombenci Neto com o departamento de políticas públicas do Floresta Quilombolas.
“Prova do sucesso foi demonstrada na sessão especial do Dia das Crianças, quando a comunidade participou ativamente de varias atividades e da exibição do filme ‘Tá Dando Onda’”, afirma Marinho. Para o mês de novembro Gal Souza, uma das coordenadoras do projeto, explica que a 2ª Mostra de Vídeos Étnicos Raciais já está sendo montada para acontecer dentro do projeto Cinema na Praça durante todo o mês de novembro, como parte do Novembro Negro, em homenagem ao mês Nacional da Consciência Negra.

fonte> Banhiaonline

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

A HISTÓRIA DO ORIXÁ JAGUN

Postado por Jagunsi

Jagun Orixá Agbará Esé Egi Iroko

Segundo as lendas e itans, conta-se que Jagun, era Guerreiro dos Exércitos de Obatalá e que foi enviado às Terras de Omolú para lutar pela páz em nome de Oxalá. Por isso, ele é cultuado em algumas nações como “Qualidade de Omolú”, por ter passado vários anos em terras de Omolú. Trata-se de um Orixá Funfun, pois o culto a Jagun nasceu no Ekiti Efon, por esse motivo Jagun é cultuado no Axé Efon como um Orixá separado de Omolú. Antes dele ter ido para as terras de Omolú já existia seu culto no Ekiti, onde era sua terra natal. Assim também conta seus itans que Jagun teve passagem não só nas terras de Omolú, mas também nas terras de Ifé (Terra de Ogun) e Elegibô (Terra de Osayan). Pela ordem do meridilogun, Jagun responde no Odú Ejionilê (oitavo Odu) Odú regido por Oxaguiã, Odú no qual também respondem outros Guerreiros Brancos como Ogun-Já e Oxaguiã Ajagunãn. Pela ordem de chegada dos odus, o culto a Jagun nasceu no Odu Okaran.

Os filhos de Jágun, tem aparência jovem, são autoritários, arrogantes, guerreiros, justiceiros, briguentos e agitados, fortes na adversidade, costumam fazer tudo à sua maneira, ouvem conselhos dos outros, mas costumam seguir sua própria vontade…São pessoas trabalhadoras, gostam de tudo rápido, exigem asseio, limpeza; são pessoas impulsivas; pessoas de espírito livre; enjoam de tudo facilmente; são dados a paixões violentas e passageiras, são curiosos, adoram viajar. Possuem grande proteção espiritual, boas amizades e, quase sempre, caminhos abertos. Possuem comportamento delicado, são honestas, dedicadas e atenciosas. Vivem com grandes esperanças, estão sempre apaixonadas, são sonhadoras, sofrem e se desdobram para ajudar e defender os amigos. Quando são repudiados ou sofrem algum tipo de traíção podem se tornar extremamente vingativas e amargas. Apesar de serem guerreiras e obstinadas, as pessoas de Jágun, às vezes se isolam preferindo ambientes calmos e tranquilos. A personalidade dos filhos de Jágun é um misto de caracteristicas de Ogun, Omolú e Oxaguiã.

Jágun, é uma palavra Yorubá, e significa: Guerreiro, Soldado.

Jagun é um Orixá ambicioso, luta para conquistar posição alta sem ver de que maneira…Apesar de ser Orixá Funfun (branco), é considerado e cultuado como Santo de Guerra, “santo quente”, carrega uma lança prateada na mão e um facão ao adaga e muitas das vezes dependendo do caminho de Jagun ele usa até um ofá nas mãos,pois conta se um itan que Oxalá o nomeia como o guerreiro de todas as armas veste-se somente de branco. Usa contas brancas rajadas de preto e dependendo da qualidade, intercalada com contas brancas, gosta também de contas feitas de buzios e marfin. Jágun é Orixá Jovem,quase chega ser um menino adolecente de Obatalá .. Ligado a Obatalá (Rei no pano branco ), tem caminhos com Ogun Já, Oxaguiã – Ajagunãn, e Ayrá. Tem caminhos também com Yemanjá e quase todas as Yabás, pois elas acalmam sua fúria.Quem traz Jágun ao barracão é Oxaguiã. Ele é considerado o “protetor” e “guardião” de Oxalufã. Carrega consigo o Odú Ejionilê. Por ser considerado Orixá Funfun (branco) não leva azeite de dendê, e sim azeite doce , banha de ori, adin e as vezes mel e de preferencia a banha de Ori, suas comidas são todas brancas, aceita pipocas feitas na areia, bolas de inhame cozido, bolas de arroz, acaçá, obí funfun (claro), come também do Ebô (canjica) de Oxalá, assim como seus bichos também devem ser todos brancos, por ser ligado ao rei do pano branco (Obatalá ). Jágun dança com outros Orixás, acompanha na dança; Ogun e principalmente Oxaguiã e Oxalufã. A dança de Jágun é extremamente guerreira, começa com movimentos lentos, dança empunhando sua lança e adaga, seu momento de “êxtase” é quando salta e se sacode todo empunhando a lança de um lado para outro, tamanha é sua fúria guerreira nessa hora. Segundo as lendas, a lança prateada de Jágun, durante as batalhas e guerras, além de ser usada para proteção contra os males e feitiçarias e abrir os caminhos, deixava seus inimigos cegos após serem feridos por ela. Jagun, assim como Ogun, é um grande caçador, e por sinal foi ele quem ensinou seu irmão Oxóssi a caçar. Ele nao deixa também de ser um guerreiro, assim é Jagun, um grande guerreiro mas também um grande caçador. E algumas de suas cantigas relatam isso.

Conta o itan de Ogi-Ogbé/Okaran que existiam três irmãos: Já, Jágun e Ajagunãn. Eram três Guerreiros que pertenciam aos exércitos de Obatalá, lutavam e venciam todas as guerras e batalhas em nome de Oxalá e eram os Guardiões deste Orixá. Eram chamados de Guerreiros Brancos, por se vestirem somente com trajes brancos em homenagem a Obatalá. Eram considerados invencíveis, por sua bravura e coragem, nunca perderam uma batalha sequer. Sempre muito unidos, nunca se separavam. Mas um belo dia, os três irmãos guerreiros, foram guerrear contra a cidade de Oxun. Oxun com a grande sabedoria dos poderes de Ya mi, foi avisada que seu reino seria atacado. Oxun ficou desesperada e foi até Ifá para saber o que faria. Orumila mandou ela fazer um ebó, sacrificar oito Igbis à Oxalá e com o casco fizesse um pó e soprasse nas terras de Osogbo. Assim Oxun fez, quando os guerreiros chegaram para invadirem as terras, eles ficaram tontos e se perderam um do outro. Aí que Jagun foi para as terras de Omolú, Já para as terras de Ifé Ogun, e Ajagunã para as terras de Oxagyan. Mas mesmo assim, os três irmãos sempre estão juntos, respondem um pelo outro, eles continuam a ser Guerreiros Brancos, ou seja, são considerados Orixás Funfun, e sempre ligados a Obatalá, seus caminhos se cruzam…os três irmãos Guerreiros continuam nas batalhas, sempre guerreando pela Páz. Deram essa característica guerreira aos seus filhos. É por isso que o culto a Jagun foi assimilado ao de Omolú, sendo que depois disso conta o Itan que ele viveu alguns anos nas terras de Omolú e que lá encontrou uma linda mulher que também nao era das terras, mas estava lá por outros motivos, e se apaixonou por ela, tiveram filhos e se amam até hoje, e essa linda mulher era Yewá . Lá, ele se juntou com o Orixá Osayn e passou a ser um grande curandeiro, e em tempos de guerra ele cuidava dos guerreiros feridos com as porções e ervas mágicas que Osayn o ensinou. Jagun teve uma trajetória muito grande e bonita nas terras de Omolú, mas depois de anos retornou as terras do Ekiti-Efon, onde Oxun era rainha e Osagyan grande gurreiro e protetor do palácio e cidade de Oxun. Conta-se também que Jagun foi às terras de Osogbo, para destruir a cidade e buscar Oxun, pois Oxun tinha sua cidade onde era rainha Ekiti Efon, entao por ordem de Olooke ele fui buscá-la. Depois disso tudo ter acontecido, Jagun viveu anos nas terras de Omolu, Oxagyan trouxe Oxun de volta para Ekiti-Efon, por isso muitos acabaram se equivocando ao falar que foi Oxagyan quem deu as terras de Ekiti para Oxun, mas nao foi isso que aconteceu, ele apenas trouxe Oxun de volta a terra onde ela nasceu e era dona junto com Olooke seu pai. Orixá Olooke vendo o prejuizo que Jagun teve e o tempo que ficou em outras terras, por causa de seu pedido de buscar Oxun, intitulou Jagun Olu Efon (Guerreiro senhor de Efon), para retribuir o tempo que Jagun ficou afastado de sua terra que tanto amava (Ekiti – Efan). Orixá Jagun foi muito confundido com o culto à Omolu e Obaluaye, e foi por esse motivo que muitos de seus fundamentos se perderam, mas graças a Olorum e ao Axé Efón, está sendo resgatado todos os preceitos e orôs..Jagun possui caminhos próprios, como Jagun Odé, Arawe, Agaba e outros..Jagun um Orixá exclusivo do axé Efon, mas que foi migrado para as terras de Gege Mahí e Ketú….Jagun é um lindo Orixá de grande valor no Axé Efón, lembrando que o culto à Jagun no Efón (efan) é separado de Obaluaye….

Aqui vamos relacionar alguns caminhos de Jagun ...

Jagun Arawê, ligado a Ossayn e Oxaguian

Jagun Igbonan, ligado a Ayrá,Oya e Obá

Jagun Algbá, ligado a Exú, Oxaguian, Oxalufan e Oxun Yeye Ayalá

Jagun Odé, ligado a Odé Inlé, Ogun Jáe todos os caçadores

Jagun Agbá funfun, ligado a Oxalufan, Iyemanjá e Oxun

Jagun Seji Onan ou Ajoji, ligado a Exu e Ogun

Suas folhas: Akoko, algodão, saiao fortuna. folha de obi, folhas de iroko , folhas oguegue e todos folhas de Oxalá…

Orins T’Jagun :
(cantigas de Jagun)

Jagun Abagbá Jagun Abgbá

Arawrá ae

Arwrá ae

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Já,Ajagun,Ajagunan

Pele já ae

Ja, Ajagun, Ajagunan

Pele já ae

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Jagun Olu Efón

Jagun Olu Efón´

Jagun Efón Jagun Efón

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Awure Babá Jagun

Awure Babá Ajagun o


Fonte: http://www.olorum.org/orixas/a-historia-do-orixa-jagun



EM TEMPO:


O culto ao Orisá Jagun

Jagun Orisá Agbara Ese Egi Iroko
Itans de Jagun

(Histotias de Jagun orisá)
Segundo lendas e itans, conta-se que Jágun; Guerreiro dos Exércitos de Obatala que foi enviado as Terras de Omolú, para lutar pela Paz em nome de Oxalá. Por isso ele é cultuado em algumas nações como "Qualidade de Omolú", por ter passado vários anos em terras de Omolú. Pois o culto de Jagun nasceu no Ekiti Efon por esse morivo,Jagun é cultuado no Asé Efon como um Orisa separado de Omolu.Pois antes dele ter ido para as terras de Omolu ele ja tinha seu culto no Ekiti onde era sua terra natal.Assim tambem conta seus itans que Jagun teve passagem nao só nas terras de Omolu,mais tambem nas terras de Ifé (Terra de Ogun) e Egibo(Terra de Osagyan).Pela orden de Oseturá,Jágun responde no Odú Ejionilê (oitavo Odu) Odú regido por Oxaguiã, Odú no qual também respondem outros Guerreiros Brancos como Ogun-Já e Oxaguiã Ajagunãn.Pela ordem de chagada dos odus,sistema de Ifá culto de Jagun nasceu no Odu Okaran.
Os filhos de Jágun, tem aparência jovem, são autoritários, arrogantes, guerreiros, justiceiros, briguentos e agitados, fortes na adversidade, costumam fazer tudo a sua maneira, ouvem conselhos dos outros, mas costumam seguir sua própria vontade...São pessoas trabalhadoras, gostam de tudo rápido, exigem asseio, limpeza; pessoas impulsivas; pessoas de espírito livre; enjoam de tudo facilmente; são dados á paixões violentas e passageiras, são curiosos, adoram viajar. Possuem grande proteção espiritual, boas amizades e, quase sempre, caminhos abertos. Possuem comportamento delicado, são honestas, dedicadas e atenciosas. Vivem com grandes esperanças, estão sempre apaixonadas, são sonhadoras, sofrem e se desdobram para ajudar e defender os amigos. Quando são repudiados ou sofrem algum tipo de traição podem se tornar extremamente vingativas e amargas. Apesar de serem guerreiras e obstinadas, as pessoas de Jágun, as vezes se isolam preferindo ambientes calmos e tranquilos. A
personalidade dos filhos de Jágun é um misto de caracteristicas de Ogun, Omolú e Oxaguiã.
Jágun, é uma palavra Yorubá, e significa: Guerreiro, Soldado.

Jagun é um Orisa abicioso luta para conquistar posição alta sem ver de que maneira...Apesar de ser Orixá Funfun (branco), é considerado e cultuado como Santo de Guerra, "santo quente", carrega uma lança prateada na mão e um facão ao adaga e muitas das vezes dependendo do caminho de Jagun ele usa até um ofá nas mãos,pois conta se um itan que Osala o nomeia como o guerreiro de todas as armas veste-se somente de branco,e se for usa Azê ou Capuz de palha é aberto no rosto por se tratar de um Guerreiro,sendo que geralmente Jagun prefere apenas usar um torço. Usa contas brancas rajadas de preto dependendo da qualidade intercalada com contas branca gosta tambem de contas feitas de buzios e marfin. Jágun é Orixá Jovem,quase chega ser um menino adolecente de Obatalá .. Ligado a Obatala (Rei no pano branco ), tem caminhos com Ogun Já, Oxaguiã - Ajagunãn, e Ayrá. Tem caminhos também com Yemanjá e quase todas as Yabas pois elas acalmao sua furia.Quem traz Jágun ao barracão é Oxaguiã. Ele é considerado o "protetor" e "guardião" de Oxalufã. Carrega consigo o Odú Ejionilê. Por ser considerado Orixá Funfun (branco) não leva azeite de dendê, e sim azeite doce e as vezes mel e de preferencia a banha de Ori suas comidas são todas brancas, aceita pipocas feitas na areia, bolas de inhame cozido, bolas de arroz, acaçá, obí funfun (claro), come tambem do Ebô (canjica) de Oxalá, assim como seus bichos tambem devem ser todos brancos, por ser ligado a ao rei do pano branco (Obatalá ). Jágun dança com outros Orixás, acompanha na dança; Ogun e principalmente Oxaguiã e Oxalufã. A dança de Jágun é extremamente guerreira, começa com movimentos lentos, dança empunhando sua lança e adaga seu momento de "extâse" é quando salta e se sacode todo empunhado a lança de um lado para outro, tamanha é sua fúria guerreira nessa hora. Segundo as lendas, a lança prateada de Jágun, durante as batalhas e guerras, além de ser usada para proteção contra os males e feitiçarias e abrir os caminhos, deixava seus inimigos cegos após serem feridos por ela. Jagun tambem assim como Ogun ele é um grande caçador,assim como Ogun é caçador, que por sinal foi ele quem ensinou seu irmão Ossossi a caçar ele nao deixa tambem de ser um guerreiro,assim é Jagun é o grande guerreiro mas tambem um bom caçador.E algumas de sua cantigas relata isso.
Conta o itan de Ogi-Ogbé/Okaran que existiam 3 irmãos: Já, Jágun e Ajagunãn. Eram 3 Guerreiros que pertenciam aos exércitos de Obatalá, lutavam e venciam todas as guerras e batalhas em nome de Oxalá e eram os Guardiões deste Orixá. Eram chamados de os Guerreiros Brancos, por se vestirem somente com trajes brancos em homenagem a Obatalá. Eram considerados invencíveis, por sua bravura e coragem, nunca perderam uma batalha sequer. Sempre muito unidos nunca se separaram. Masum belo dia os tres irmãos gurreiros,foi guerria contra cidade de Osun.Osun como uma grande sabedoro dos poderes de Ya mi,foi avisada por ela quem seu reino seria atacado.Osun ficou muito desesperada e foi até Ifá para saber oque faria.Orumila mandou ela fazer um ebó,que sacrifica-se 8 Igbis a Osala e com o casco fize-se um pó e sopra-se nas terras de Osogbo.Assim Osun fez,quando os guerreiros chegaram para invadir as terras eles ficaram tontos e se perderam um do outro.Aí que Jagun foi para as terras de Omolu,Já para as terras de Ifé Ogun,e Ajagunã para as terras de Osagyan. Mas mesmo assim os 3 irmãos sempre estão juntos, respondem um pelo outro, eles continuam a ser Guerreiros Brancos ou seja são considerados Orixás Funfun, e sempre ligados a Obatalá, seus caminhos sempre se cruzam...os 3 irmãos Guerreiros continuam nas batalhas, sempre guerreando pela Paz. Dando essa caracteristica guerreira aos seus filhos. E por isso que o culto a Jagun foi assimilado ao de Omolu,mas sendo que depois disso conta se o Itan que ele vieu alguns anos nas terras de Omolu e que la encontrou uma linda mulher que tambem nao era das terras mas estava la por outros motivos,e se apaixonou por ela,tiveram filhos e se amam até hoje,essa linda mulher era Yewá.La tambem ele se juntou com o Orisa Osayn que por essa amizade passou ser um grande curandeiro e em tempos de guerra ele que cuidava dos guerreiros feridos com as porçoes e ervas magicas que Osayn o ensinou.Jagun teve uma trajetoria muito grande e bonita nas terras de Omolu,mas ele depois de anos retornou as terras do Ekiti-Efon,onde Osun era rainha e Osagyan grande gurreiro e protetor do palacio e cidade de Osun.Conta tambem que Jagun foi as terras de Osogbo,para destruir a cidade e buscar Osun,pois Osun tinha sua cidade onde era rainha Ekiti Efon,entao por ordem de Olooke ele fui busca-la.Depois isso tudo ter acontecido,Jagun anos nas terras de Omolu,Osagyan trouxe Osun de volta para Ekiti-Efon,por isso muitos acabaram se icvocando ao falar que foi Osagyan que deu as terras de Ekiti para Osun,mas nao foi isso ele apenas trouxe Osun de volta a terra de onde ela nasceu e era dona junto com Olooke seu pai.Orisá Olooke vendo o prejuizo que Jagun teve e o tempo que ficou em outras terras,ele por causa de seu pedido de buscar Osun,ele intitulou Jagun Olu Efon,(Guerreiro senhor de Efon)em forma de lhe retribuir o tempo que Jagun ficou afastado de sua terra que tanto amava (Ekiti - Efan).
Caminhos do Orisá Jagun
1°Jagun Elewé :
Ligado a familia Unjí,esse caminho é o caminho que Jagun passou nas terras de Sapata e encontrou Orisá Ossayn e aprendeu a magia da cura e das folhas.Caminha com Ossayn.Sua ferramenta é um opere Ossayn prateado mas sem as folhasFaz Oro com Ossayne ligado a Erinlé e Ogun Já.Nesse caminho ele é muito guerreiro e ligado a cura e os misterios de magia de Ya Mi Osoronga.
2°Jagun Alagba ou Jagun Abagba :
Esse caminho de Jagun é muito melindroso,pois ele tem muita ligaçao com Ya Mi e Baba Egun.Pessoas desse caminho pelomenos tem que se tomar Bori ou Obi com Ejé dois vezes no ano.È um caminho muito quente,tem ligaçao com Yewá pois ele foi sua esposa e é bom arruma todas as Yagbas para acalma-lo,alias todos os caminho é bom serca com muito Orisá Omi e Ossalá.Esse caminho é Ligado a Ajagunã e Já.Ele leva uma mão de pilão nas costas e mora no quarto de Orinssala ou em um quarto com Ajagunã/Betiode ou Betioco dependendo do Odu da pessoa e Já.Para mecher com esse Orisa independente de caminho tem que tratar bem de Ya mi E Egun e Esú.Esse caminho de Jgaun usa tres ikeles um de Buzios,um de conta e outro de Branco de Osala.
3°Jagun Odé Ou Jagun Olodé :
Ligado aos Odés.Inclusivel mora no quarto dos Odés.Ligado a Ogun e Ossossi.Ele usa um Ofá prateado.Faz Orô com Ossossi e Ogun Já. Mas se arruma: Ossossi,Otin e Logun Edé, Erinlé,Iya Otin ,Ajagunan Betiodé e Ogun..Ou seja ele é ligado a todos os Odés e mais ele sai também no abado de Ossossi e nos mariows de Ogun.
4°Jagun Igbona :
Ligaçao com Ayrá,nessa faze Jagun era lento como um igbí,que por isso Ayrá esquentou o casco do igbí para esquentalo E por isso nessa Faze de Jagun é muito quente por se ligado aos Orisás do fogo.Ayrá e Oyá.
5°Jagun Agbá funfun :
Ligado a Osalufan,Yemanja e Osaguian..Esse caminho tem que fazer bastante oro a Ayrá pois ele é guerreiro mais é bem lento ....
6°Jagun Ajojí ou Jagun Seji Lonan :
Ligado a Ogun,muito sanguinario..Ele é muito quente e guerreiro,nessa fazer Jagun usa mario ou abre caminho mara acalma-lo.Faz orô com Ogun,esse caminho leva um ikele e umbigueira de ferro.Ligado a Esú Ona também..
7° Jagun Aisan :
Esse caminho de Jagun é totalmente Femea ou seja Yagba,esse caminho ele se cobre de palha ou mario.quase não se faz mais.Assim conta -se o itan que ele nesse caminho seria femea.E por mais um motivo que muitas pessoas confundirao Jagun c/ Oluaye por esse caminho usar palha.Esse caminho só se arruma não se faz em Ori.


JAGUN É UM ORISÁ MUITO TEMPERAMENTAL E JOVEM É BOM TER MUITA CAUTELA PARA ZELAR POR ESSE ORISÁ POIS SUA FURIA É MUITO GRANDE.JAGUN É FUNFUN COMO OLOKE,AJAGUNÃ,JÁ E OUTROS SÓ QUE NADA O IMPEDE DE USA UM POUCO DE (EPÔ)DENDE SÓ MENTE QUANDO ELE VAI COMER BICHO DE 4 PÉ.DEIXAND CLARO QUE NÃO SÃO TODOS CAMINHOS DE JAGUN QUE ACEITA EPÔ (DENDE)MAS O CERTO É O MELHOR FORA O SEU LABÉ É USA BANHA DE ORI E MUITO EFUN.SUAS CONTAS NÃO SÃO ESPCIFICAS,MAS ELE ADORA KAURIS(BUZIOS BRANCO) E MARFINS,QUE POR SINAL O PERTENCE.JAGUN COME FAISÃO,PAVÃO,PERU,POMBO,COQUEM,GALOS,CARNEIROS,CABRITOS NOVOS E CLARO O IGBI,POIS ESSE NÃO NÃO PODE FALTA PARA NENHUM DOS CAMINHOS ATE POR QUE SUA MASSA QUE VAI DENTRO DE SEU IGBA, LEVA O EJÉ BRANCO DO IGBÍ E O CASCO VAI PENDURADO NO SEU IKELE DE BUZIOS

IJUBÁ JAGUN
Baba Mi Jagun Mojubare
Meu pai Jagun meus repeitos
Iba Aseda
Saudaçoes
Iba Asé Orisá Jagun Aye
Saudaçoes Senhor Guerreiro do mundo
Jagun Mo pé o
Jagun vos chamo
Asé Mi Jagun
Força meu pai
Ayó Asé Asé
Felicidades,bençao,bençao
Iba oo
Benção

Ago Mi Orisa Ago
Perdao me Orisa perdao
Ago Mi Jagun Ago
Perdao meu guerreiro perdao
Ire o Asé Baba Mi
Benção meu pai
Asé o Asé o Asé ooo!!!!
Força,Força,força
Saudação: Jagun Arawra Jagun Epa " Jagun Olu Efon Epa Jagun


fonte: axeefon Autor: Tadeu ti Jagun

Omolú igbona gbona zuê

Omolú igbona gbona zuê
E komo vodun macetô

E komo vodun naje

Ìjòni le o Nàná

Ìjòni le o Nàná ki may ò

Nàná ki may ò ki n a lode

F è l è f è l è mi igba nl o , ajunsun wale

Meré-meré e no ile isin

Meré-meré e no ile isin

E n sinbe meré-meré osú láyò

E n sinbe meré-meré osú láyò

Oba ala tun zuê obi osun

Oba ala tun zuê obi osun

Iya lóni

Otù, àkóba, bi ìyá, húk ó , káká, bet o

Otun zue, obi, osùn

Bara al e s o ran al e s o ran

Bara otun zue obi osùn




Omolú, Senhor da Quentura

Sempre febril produz saúde

Educa o filho Vodun Maceto

Vodun educa o filho castigando

Nàná ele é capaz de provocar queimaduras

Ele é capaz de provocar queimaduras, Nana, e se enche de alegria

Nana ele se enche de alegria do lado de fora

És capaz de fazer definhar em vida, Ajunsun, até secar

Habilmente ele enche a nossa casa de escravos

Habilmente ele enche a nossa casa de escravos

Primeiramente o erguemos habilmente osú que cobre a terra

Primeiramente o erguemos habilmente osú que cobre a terra

Rei que nasceu como o sol, Pai do Vermelho

Rei que nasceu como o sol, Pai do Vermelho

Neste dia

Doença, infelicidade, sofrimento, tosse, dificuldades, aflição

Suplico-lhe diariamente, Pai do Vermelho

Rei do corpo suplico-lhe rastejando

Rei do corpo suplico-lhe diretamente, Pai do vermelho.


QUE BABA MI JAGUN SEJA SEMPRE O MEU GUERREIRO PARA QUE EU NÃO PRECISE GUERREAR SOZINHO, SEJA SEMPRE MEU JUÍZ PARA QUE EU NUNCA CONDENE NINGUÉM INJUSTAMENTE, E PRINCIPALMENTE SEJA SEMPRE MEU PAI, SENHOR E AMIGO PARA QUE EU NUNCA ANDE SÓ PELOS CAMINHOS DA VIDA.

ASÉ IRÊ, ASÉ AIYÒ, ASÉ OWO LOWÒ!!!

Ajagun – O nascimento dos três guerreiros Funfun
15/03/2010 por pcrestana

Contam os itans (lendas), que os 3 Guerreiros Brancos, Já, Jagun e Ajagunan
) e soprasse nas entradas da cidade. Assim ela fez, logo mais tarde os três guerreiros chegaram quando se deparou com as entradas das cidades ele ficaram cegos e tontos por horas. Atin e o casco dos igbís ela fizesse um pó(igbís com 8 Osalá,ele mandou ela fazer uma oferenda a Ifá muito esperta foi até Osun que os 3 guerreorrao iriam invadir suas terras,Agés, ela foi avisada pelas Mí Íyá, detentora dos poderes de Osun), mas Osogbo (Osun contra umas das cidades de guerriar perdia uma batalha, um belo dia eles foram naoeram grande guerreiros e Ajagunan,Já e Jagunque itan,pois conta se um Nanã e Bessen,Sapatá sim ele foi para terras de Mahí teve ligação com as terras de Jagunpara que ele mantenha sua vida sempre próspera e fluindo. Ayrá uma comida a arriando podem sempre que puderem estar Orixás. E os filhos destes Ayrá a vida da pessoa tirando-a da estagnação é reaquece (deixando a vida de seus filhos parada, estagnada por um período) e só quem Igbinentram novamente no casco do Ajagunane Jagun, pois em uma determinada época os 3 irmãos Guerreiros: Já, Ayrá e Oxalufã e principalmente a Yemanjá, não existem sem um conjunto), são ligados entre si, á Orixás (Brancos) (pois estes Funfun Orixás, tem que saber o quanto é importante arrumar todo o seu complexo de Orixás. Portanto a Ligação dos 3 irmãos é muito grande nos enredos de santo. Todas as pessoas que são iniciadas para esses Oxalufã(caramujo), considerados portanto filhos de Igbin dentro do casco do Oxalufã de sêmem, foram gerados do



Nisso eles se perderam um do outro, foi ai que aconteceu de Jagun chegar as terras de Sapatá(Obaluaye). Jagun, lá encontrou Ossayn, que lhe fez varias infusões de folhas para curar Jagun da cegueira e do mal estar. Com isso Jagun passou a ter grande ligação com Ossayn, a ponto de Ossayn dar-lhe o segredo da cura pelas ervas. La também, Jagun conheceu Yewá que foi a mulher que ele se apaixonou e ainda teve um filho. Então Jagun por anos e anos viveu em na terras dos Voduns, junto com a família unjí.

Com isso ele adquiriu muitos hábitos iguais e passou a comer certas comidas que eles comiam. Mas mesmo assim, Jagun sempre se vestiu de branco e nunca tapou seu rosto de palha como Obalwayê.

Conta também um itan: Que depois de anos, la na cidade de Ekití, Olooke o grande senhor da montanha e rei de Ektií e pai de Osun, sentia falta de sua filha na cidade onde ela nasceu. Osun,estava na cidade de Osogbo, então Olooke por ser muito amigo e companheiro inseparável de Obatalá, pediu a ele que enviasse seu filho Osagyan para buscar Osun. Assim fez, Osagyan foi buscar Osun a força, Osun não queria vir e ele não conseguiu trazê-la de volta, pois Osun amava a cidade de Osogbo onde ela comandava sózinha tudo aquilo. Então voltou Osagyan para Obatalá sem Osun. Osagyan com medo da reação de Olooke pediu a Obatala que não deixasse ele fazer nada contra ele. Olooke então lembrou do outro guerreiro de Osalá que se chamava Jagun e que ele muito confiava. Olooke ao saber que Jagun tinha sofrido um golpe por feitiço de Osun,ele imediatamente mandou chamar Jagun. Jagun então voltou a terra de Ekití onde ele nasceu, foi perante a Oké e lhe pediu perdão por anos sumido de suas terras Olooke pediu que ele fosse buscar Osun, Jagun retrucou dizendo que ela tinha o poder das Íyas e que ele não conseguiria. Olooke como ele que tinha outorgado a Iyas seus poderes de Agé, falou: Ómo Jagun vá que nada te acontecera. Assim fez Jagun foi chegou e trouxe Osun. Olooke por estar tão feliz em ver sua filha de volta deu o titulo a Jagun de Jagun-Efan, que seria guerreiro de Osun. Ele muito grato a Jagun deu lhe o privilegio de ser uns príncipes de Efan e dividir o reinado do Ekiti com Osun, para que Osun sempre lembra-se dele.

Bom, com isso Jagun volto a terra de Efan, mas Jagun não esquecera as terras do Dgege onde tinha filho, mulher e amigos. Ai demonstra o porque o Efan acabou tendo ligação com as terras dos voduns e porque hoje em dia e no antigo terreiro do Oloroke cultuava Iroko,Omolu,Bessen,nana e outros vodus.

Jagun (voodun ligado ao tempo), é um voodun que como alguns pensam ser da família de Sakpatá e Azunsun (voodun da terra, um voodun aynon), não o é. É um voodun a parte, ou seja, voodun diferentemente da família citada, as folhas, as roupas, isès e o assentamento de Jagun são diferentes do voodun Sakpatá e familia Azunsun; Jagun possui 04 família (04 qualidades como alguns chamam), veste-se geralmente de branco, dependendo do caminho q este venha ou estampados bem claros entre as cores (branca, vermelho e marrom), não usa jamais a cor preta; suas contas são muito diferentes da família de Sakpatá e Azunsun; não usa palha da costa, não usa mascaras como tenho visto comumente; porém, vem coberto de acordo com a família do voodun e não trás shashará (xaxará), usa muitos cawri (búzios), shawrò (guizo) e cabaças; dependendo da família cada um trás um instrumento diferentemente nas mãos; não existe um igual ao outro dentro da familia de Jagun; seu sandrós são diferentes do da família de Sakpatá e Azunsun. Voodun ligado totalmente ao tempo (ayiè); voodun muito rico e prospero mas simples ao estremo; possui fundamentos com voodun Gújá e Jagunà (Jagunan).

Fonte> Autoria Desconhecida.

O GUERREIRO-JAGUN
Segundo as lendas e itans, conta-se que Jagun, era Guerreiro dos Exércitos de Obatalá e que foi enviado às Terras de Omolú para lutar pela páz em nome de Oxalá. Por isso, ele é cultuado em algumas nações como “Qualidade de Omolú”, por ter passado vários anos em terras de Omolú. Trata-se de um Orixá Funfun, pois o culto a Jagun nasceu no Ekiti Efon, por esse motivo Jagun é cultuado no Axé Efon como um Orixá separado de Omolú. Antes dele ter ido para as terras de Omolú já existia seu culto no Ekiti, onde era sua terra natal. Assim também conta seus itans que Jagun teve passagem não só nas terras de Omolú,mas também nas terras de Ifé (Terra de Ogun) e Elegibô (Terra de Osayan). Pela ordem do meridilogun, Jagun responde no Odú Ejionilê (oitavo Odu) Odú regido por Oxaguiã, Odú no qual também respondemoutros Guerreiros Brancos como Ogun-Já e Oxaguiã Ajagunãn. Pela ordem de chegada dos odus, o culto a Jagun nasceu no Odu Okaran.Jagun é um Orixá ambicioso, luta para conquistar posição alta semver de que maneira…Apesar de ser Orixá Funfun (branco), é considerado ecultuado como Santo de Guerra, “santo quente”, carrega uma lança prateada na mão e um facão ao adaga e muitas das vezes dependendo docaminho de Jagun ele usa até um ofá nas mãos,pois conta se um itan que Oxalá o nomeia como o guerreiro de todas as armas veste-se somente de
branco. Usa contas brancas rajadas de preto e dependendo da qualidade,intercalada com contas brancas, gosta também de contas feitas de buziose marfin. Jágun é Orixá Jovem,quase chega ser um menino adolecente de Obatalá .. Ligado a Obatalá (Rei no pano branco ), tem caminhos comOgun Já, Oxaguiã – Ajagunãn, e Ayrá. Tem caminhos também com Yemanjá e as Yabás, pois elas acalmam sua fúria.Quem traz Jágun aobarracão é Oxaguiã. Ele é considerado o “protetor” e “guardião” de Oxalufã. Carrega consigo o Odú Ejionilê. Por ser considerado OrixáFunfun (branco) não leva azeite de dendê, e sim azeite doce , banha de ori, adin e as vezes mel e de preferencia a banha de Ori, suas comidassão todas brancas, aceita pipocas feitas na areia, bolas de inhamecozido, bolas de arroz, acaçá, obí funfun (claro), come também do Ebô(canjica) de Oxalá, assim como seus bichos também devem ser todosbrancos, por ser ligado ao rei do pano branco (Obatalá ). Jágun dançacom outros Orixás, acompanha na dança; Ogun e principalmente Oxaguiã ee Jágun é extremamente guerreiro, Entao para deixar claro Jagun ou Ajagun é um Orisá e nao um vodu,ele tem
seu culto em Ektití onde nasceu,mais tambem nas terras de
Mehí,Savalu,Ifé,Save e Elegibo..Jagun foi um Orisá que muito andou
recebeu muitos titulos e em cada cidade foi visto como um tal
Orisá..lembrando que a palavra Jagun pode se referi a Ogun,Obalwaye e
outro guerreiros + Jagun Funfun só existe um..Que é Baba Ajagun nosso
grande pai e rei irmãos de Já e Ajagunan...Jagun é um Orisá de Efan que
teve ligaçao com as terras do Mahí,mas ele é um Orisá funfun e não é um
vodu.Por muito tempo o culto a Jagun foi assimilado ao Omolu,sendo que
no Asé Efón esta se resgatando seu culto,com cantigas,rezas própias e
preceitos altamente diferente de Omolu..
Jagun um Orixá exclusivo do axé Efon, mas que foi migrado para as terras
de Gege Mahí e Ketú….Jagun é um lindo Orixá de grande valor no Axé
Efón, lembrando que o culto à Jagun no Efón (efan) é separado de
Obaluaye….Suas folhas: Akoko, algodão, saiao fortuna. folha de obi, folhas de
iroko , folhas oguegue e todos folhas de Oxalá…

Fonte: http://fotolog.terra.com.br/axeolokitiefon:438.

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